Presença Fiel que Transforma: O Catequista, o Cão e a Criação que Louva
Hoje, 26 de agosto, celebramos o Dia do Catequista e o Dia Mundial do Cachorro 🐶. À primeira vista, parecem datas distintas, mas um fio dourado as entrelaça: **a fidelidade que ensina e a presença que transforma vidas**.
O catequista é, antes de tudo, uma presença fiel. Ele caminha ao lado do catequizando não apenas para transmitir doutrinas, mas para **ser testemunho vivo** — aquela mão estendida que acompanha nos primeiros passos da jornada espiritual. É alguém de fé que, nos tempos atuais em que a humanidade por vezes esquece de Deus, permanece constante no amor e no exemplo. Porque **o exemplo arrasta**.
Da mesma forma, o cão nos oferece uma catequese silenciosa através de sua **fidelidade inquebrantável**. Não por acaso o nome "Fido" vem do latim *fidelis* — "fiel". Sua lealdade incondicional e amor puro são reflexos de seu Criador, pois **Deus é fiel, e fidelidade vem de fé**. Como nos ensina Tobias 6,1: *"Tobias partiu para sua jornada em companhia do anjo. E seu cachorro foi logo atrás dele."*
E quem melhor para nos guiar nessa reflexão do que **São Francisco de Assis**? Esse santo de fé gigantesca expressava seu amor a Deus através da reverência pela natureza e pelos animais — obras da criação divina. Lembremos do canídeo de Gúbio, aquele lobo que, tocado pela presença franciscana, demonstrou reverência ao sagrado. E do cão de São Roque, símbolo eterno de fidelidade e cuidado, que acompanhou o santo durante sua doença, levando-lhe pão diariamente.
A maior lição de São Francisco sobre a **força da presença** foi ao criar o Presépio. Ao invés de apenas falar sobre o nascimento de Cristo, ele o tornou realidade palpável, mostrando que Deus não estava distante, mas ali, **presente entre os animais e o feno**, em uma cena humilde que convida a todos a se aproximarem. Como proclama o Salmo 148,10: *"Louvem o Senhor, todos os animais, mansos e selvagens!"*
Segundo a tradição, Santa Gertrudes dizia que os demônios evitavam os cães por causa de sua fidelidade ao ser humano. Assim também é o catequista: aquele que **acompanha e protege** seus catequizandos das ciladas do mundo, guiando-os com a orientação que vem dos ensinamentos divinos.
Na obra da criação, contemplamos o quanto Deus é amoroso. A presença fiel do catequista, a lealdade silenciosa do cão e o testemunho de São Francisco nos revelam que **o amor mais verdadeiro é aquele que não precisa de holofotes para brilhar**. É a presença constante que, com sua simples existência e fidelidade inquebrantável, é capaz de guiar, proteger e transformar o mundo.
**Que bela lição nos oferece este dia!** Como Tobias teve seu cão fiel na jornada, como São Roque foi sustentado pelo amor leal de seu companheiro, como São Francisco viu em cada criatura um louvor ao Criador — **assim somos chamados a ser**.
Catequistas: São essa presença transformadora que caminha junto, que não abandona, que ensina pelo exemplo. Como o cão que nunca falha ao seu senhor, **permaneçam fiéis ao Senhor dos senhores**. Os catequizandos precisam ver não apenas um mestre, mas um coração que pulsa com a mesma fidelidade que Deus tem por cada um de nós.
E todos nós, ao contemplarmos a lealdade pura desses companheiros de quatro patas, lembremo-nos: **se até os animais irracionais conseguem ser fiéis a seus senhores terrenos, quanto mais nós devemos ser fiéis ao nosso Senhor celestial!**
Que Deus derrame Suas graças abundantes sobre todos os catequistas, verdadeiros pastores de almas. Que bendigamos e protejamos os cães e toda criatura que nos ensina, sem palavras, o que significa o amor.
**Que nossa fidelidade seja como a do cão: constante. Que nosso amor seja como o de São Francisco: capaz de ver Deus em tudo e todos.**
Hoje celebramos não apenas duas datas, mas um mesmo lembrete: **ser presença fiel que reflete o amor infinito de Deus**.
**Amém! 🙏🏻 🐾**
🔥 Bitcoin Cash Unleashes Smart Contract Revolution with Historic Upgrade
**May 15, 2025 update eliminates technical barriers and positions BCH as emerging DeFi powerhouse**
On May 15, 2025, Bitcoin Cash (BCH) took a quantum leap forward with a technical upgrade that fundamentally redefines its smart contract capabilities. The CHIP-2021-05 and CHIP-2024-07 proposals represent far more than incremental improvements—they constitute a foundational transformation that puts BCH in direct competitive position within the decentralized finance marketplace.
🚀 Revolutionary Transformations
💡 CHIP-2021-05: Unleashing Virtual Machine Potential
This proposal eliminates structural bottlenecks that have constrained BCH since its inception:
**End of the 201-operation script limit**— Complex contracts become natively viable, eliminating the need for fragmented workarounds.
**Stack expansion of 1,923%**— The increase from 520 bytes to 10,000 bytes enables sophisticated logic and robust data processing.
**New economic cost model**— Significant optimization in processing efficiency, reducing computational overhead.
"It's like upgrading from a country road to a digital superhighway," observes a senior BCH community developer.
🧮 CHIP-2024-07: Mathematics Without Boundaries
Eliminating the 8-byte limit for numerical operations unlocks previously unthinkable capabilities:
**High-complexity financial calculations**— Enables sophisticated DeFi applications and advanced enterprise solutions.
**Dramatic reduction in workaround code**— Eliminates approximately 90% of the "hacks" necessary to overcome previous limitations.
**Substantial fee savings**— Transactions can cost up to 30% less in specific scenarios, improving competitiveness.
🔄 SmartBCH: Between Complementarity and Uncertainty
The positioning of the SmartBCH sidechain in this new landscape presents complex nuances that deserve careful analysis.
SmartBCH, while not directly impacted by this update, faces a crucial defining moment in its trajectory. The sidechain has been grappling with technical challenges related to its bridge system and governance issues that create uncertainties about its long-term sustainability.
The Strategic Dilemma: Complementarity or Obsolescence?
With native BCH now capable of executing sophisticated smart contracts, a fundamental question emerges:**will SmartBCH remain relevant or become obsolete?**
**The Path to Irrelevance**
Picture this: the gravitational pull of the main BCH network slowly but inexorably draws users and developers away from SmartBCH. With native smart contracts now available, why bother with a separate sidechain? The math is compelling—users get superior security from the main network while eliminating the notorious risks of bridge systems that have plagued the crypto ecosystem with spectacular failures.
The economics tell the same story. Lower operational costs and native functionality make maintaining parallel infrastructure feel like an expensive luxury. When the main network delivers equivalent capabilities with bulletproof security and rock-bottom fees, SmartBCH starts looking like yesterday's solution to tomorrow's problems.
**The Comeback Story**
But here's the plot twist: SmartBCH might just find its lifeline in the very thing that made Ethereum dominant—ecosystem maturity. That full EVM compatibility isn't just a nice-to-have; it's a strategic goldmine. Developers can lift and shift existing applications without breaking a sweat, tapping into years of battle-tested code and hard-won knowledge.
There's also the specialization play. While native BCH becomes the security-first, cost-effective choice, SmartBCH could carve out its niche as the performance beast—handling use cases that demand maximum throughput or specific EVM wizardry. If the community can iron out the current technical wrinkles and nail down solid governance, we might witness SmartBCH's phoenix moment, rising as the innovation playground that complements rather than competes with the main network.
Critical Comparative Analysis
**Enhanced Native BCH:**
Substantially lower operational costs
Maximum security of the main BCH network
Flexibility of newly implemented CHIPs
**Elimination of bridge risks**
**SmartBCH (Current State):**
Full compatibility with Ethereum ecosystem
Established EVM developer base
Market-familiar tools
**Uncertainties about technical sustainability and governance**
The Future Enigma
The BCH community finds itself at an inflection point. The SHA-Gate system for transfers between networks represents an attempt at technical solution, but fundamental questions persist about the economic viability of maintaining two parallel infrastructures when one might serve most use cases.
The market will provide the answer: will developers choose the security and simplicity of native BCH or the compatibility and maturity of the EVM ecosystem? This decision will determine whether SmartBCH experiences a renaissance or gradual decline.
⚠️ Critical Technical Requirements
Node operators must immediately migrate to compatible versions:
**Bitcoin Cash Node**(v26.1 or higher)
**Bitcoin Verde**(v2.0.0 or higher)
**BCHD**(v0.18.0 or higher)
*Knuth and Bitcoin Unlimited implementations are in active development*
🎯 Long-term Strategic Implications
**Native DeFi Enablement**— Complex financial protocols become technically viable directly on the main network.
**Enhanced Competitive Differentiation**— Significant technical advantage over Bitcoin (BTC) and Litecoin (LTC).
**Developer Ecosystem Attraction**— Considerably more versatile and attractive platform for innovation.
"This represents the most significant advancement since the block size increase," celebrates a veteran miner with decades of experience.
📌 Strategic Synthesis
This update transcends isolated technical improvements—it constitutes a fundamental strategic repositioning. Bitcoin Cash now offers:
✔**Robust native smart contracts**
✔**Unbeatable market cost-effectiveness**
✔**Strategic independence complementary to SmartBCH**
The cryptocurrency ecosystem has gained a significantly more capable and versatile competitor. BCH hasn't just returned to the competitive scene—it has established itself as a genuine disruptive force.
*Sources: Bitcoin Cash Node Development Team, Bitcoin Cash Developer Community — May 2025*
**💬 What's your take on this Bitcoin Cash evolution?**
Share your analysis and contribute to the discussion! #BCH #BitcoinCash #SmartContracts #DeFi

Sobre Família e o Verdadeiro Amor a Deus e Sua Obra
**Que a graça de Deus esteja conosco todos.🔥🕊️**
Recentemente, uma matéria sobre um casal homossexual chamou minha atenção e me fez refletir sobre o sacramento do matrimônio, que, para quem realmente conhece, é algo totalmente distinto do casamento civil e demais uniões sociais. Ao ler a matéria, foi possível extrair reflexões importantes que aprimoram nossa visão prática do real sentido cristão de família.
A matéria fala de Antonella, a primeira bebê com DNA de dois "pais", que nasceu no Sul do Brasil no Dia Mundial contra a LGBTfobia. Ela foi gerada por fertilização in vitro, usando o sêmen de um pai e o óvulo da irmã do outro. Segundo a matéria, o nascimento simbolizaria amor e inclusão, e os pais, Mikael e Jarbas, celebraram com uma festa temática, destacando a aceitação familiar e desafiando preconceitos. Antonella rapidamente ganhou popularidade nas redes sociais, tornando-se um símbolo de luta contra a homofobia. (A matéria pode ser lida aqui). https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2025/05/26/primeira-bebe-com-dna-de-dois-pais-nasce-no-sul-do-brasil-no-dia-contra-a-lgbtfobia.ghtml
Sobre a Inseminação Artificial e a Parentalidade Homossexual
A busca pela felicidade e pela realização pessoal é legítima, mas, para a Igreja Católica, portanto na visão de nosso Senhor Jesus, deve estar em conformidade com os princípios da criação divina que regem a vida, criação essa que revela um Deus amorosíssimo. A inseminação artificial e a fertilização in vitro são práticas que permitem a concepção falhada e, portanto, pecaminosa ao eliminar embriões que seriam novas vidas. Além disso, o ato conjugal elimina propositalmente o direito divino de um pai ou de uma mãe para a criança, levantando questões profundas sobre a dignidade da vida e o papel da família na ordem natural.
O Amor Verdadeiro e a Ordem Divina
Não podemos esquecer como se define o verdadeiro amor, e isso está na Bíblia pelas palavras de São Paulo:
*"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." (1 Coríntios 13,4-7)*
Portanto, o verdadeiro amor não é simplesmente aquilo que dá prazer, mas sim o prazer em amar de modo genuíno. Logo, são conceitos distintos. Todo ser humano tem direito à felicidade, e isso deve ser respeitado. No entanto, a verdadeira felicidade está na graça do amor pleno por Deus e Sua criação, na qual o contentamento vem do suportar o desprazer de não procurar seus interesses e não se alegrar com a injustiça, mas se alegrar com a verdade. E quem é a verdade? Nós, cristãos, sabemos: Jesus é a VERDADE, logo a Igreja é a VERDADE.
O Problema da Interferência Humana na Ordem Natural
O homem, ao tentar se colocar no lugar de Deus, acaba por revelar o mal, pois, devido ao pecado original, tem uma inclinação natural para o erro, como diz o ditado:*"errar é humano"*. Isso faz com que a imperfeição de seus frutos fique evidente.
O problema da inseminação artificial e da fertilização in vitro é que vários irmãos da criança, como Antonella, acabam sendo sacrificados para que ela venha ao mundo. Além disso, a criança concebida dessa forma não terá o colo materno nem o olhar da mãe que a gerou em seu ventre. Ambas as ações são premeditadas e não fruto do acaso, mas sim de uma escolha consciente motivada pelo egoísmo. E, no entanto, chamam isso de amor.
Imaginem quantos casais heterossexuais sonham em ter um filho e não podem e, mesmo assim, não desagradam a Deus e aceitam o seu destino, como também buscam a adoção. Mas, infelizmente, têm que concorrer na fila com casais homossexuais que, por escolha, não podem ter filhos naturais. É novamente o egoísmo.
A Redenção por Meio de Cristo
Aqueles que acreditam que a humanidade um dia alcançará a perfeição estão enganados, pois, conforme João nos ensina:
*"Porque Deus enviou seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele." (João 3,17).*
Caso contrário, o sacrifício de Jesus teria sido em vão. Quando afirmamos que Jesus salvou o mundo, estamos reconhecendo que, por meio Dele, e ao nos convertermos a Ele, a humanidade tem uma chance de redenção — e somente por meio Dele. Pois a humanidade já está condenada desde sua origem, conforme o mesmo evangelista que diz:
*"A condenação está nisto: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más"**(João 3:19).*
Sendo assim, devemos buscar Jesus em nossas vidas, em nossos atos e ações, pois sem Jesus vivemos no engano, na mentira e no pecado. Que abracemos a cruz de Cristo com alegria, pois ela é a nossa esperança de verdadeira salvação e de reais dias melhores por meio do seu reino, que começa aqui para nós e se plenifica na eternidade.
Conclusão
Diante do exposto, fica claro que para nós cristãos, a verdadeira família cristã não pode ser construída sobre bases contrárias à ordem divina estabelecida por Deus. Respeitamos que aqueles que não compartilham de nossa fé tenham a liberdade de fazer suas escolhas dentro do que é legal, mas isso não significa que devemos abandonar nossos princípios.
O mundo moderno, em sua busca desenfreada por satisfazer desejos individuais, tem se afastado cada vez mais dos ensinamentos de Cristo e consequentemente da Igreja Católica.
A matéria sobre Antonella nos mostra como a humanidade, cegada pelo pecado, tenta justificar ações que vão contra a lei natural e divina, chamando de*"amor"*aquilo que é, na verdade, egoísmo disfarçado. Quantas vidas são sacrificadas em nome desse falso amor? Quantas crianças são privadas do direito fundamental de ter um pai e uma mãe conforme Deus estabeleceu?
Como cristãos verdadeiros, não podemos compactuar com essas práticas que afrontam a Deus e Sua criação. Devemos ter coragem de proclamar a verdade, mesmo que isso nos torne impopulares aos olhos do mundo. Pois
*"ai daqueles que chamam ao mal bem e ao bem mal, que fazem da escuridão luz e da luz escuridão" (Isaías 5:20).*
Que possamos sempre escolher Cristo e Sua verdade, rejeitando as mentiras do mundo. Que nossa fidelidade à doutrina católica seja inabalável, e que busquemos sempre a santidade através da obediência aos mandamentos divinos. Somente assim poderemos alcançar a vida eterna e ser verdadeiros instrumentos do Reino de Deus na Terra.
**Louvado seja nosso Salvador Jesus Cristo.**
Ethereum: A Raiz do Golpe de US$ 1,5 Bilhão da Bybit
Rcentemente, a exchange Bybit sofreu um ataque que resultou na perda de mais de 1,5 bilhão de dólares de uma carteira supostamente "fria". Esse incidente destaca um problema maior: a complexidade da blockchain Ethereum, que pode tornar até as instituições mais cuidadosas vulneráveis a ataques imprevistos.
A Armadilha da Complexidade da Ethereum
A Ethereum foi criada como uma plataforma descentralizada para executar contratos inteligentes, que são códigos que executam automaticamente acordos quando certas condições são atendidas. Embora essa flexibilidade seja atraente, ela também traz um custo: a complexidade técnica.
Recomendo assistir ao vídeo do Tiago Salém, que explica detalhadamente esse exploit e as implicações da complexidade da Ethereum. Você pode conferir o vídeo aqui.
https://youtu.be/Nx7kzGf6snk?si=QcLqRhPjax3tNmKf
Tiago Salém é um grande programador brasileiro e suas análises são sempre valiosas.
Camadas Sobre Camadas de Abstração
No caso da Bybit, a exchange usava o Gnosis Safe, uma solução de segurança popular. No entanto, essa escolha revela as complicações da Ethereum:
**Padrão de Proxy**: O uso de contratos proxy, que podem apontar para outros contratos, cria múltiplas camadas onde erros podem ocorrer.
**DelegateCall**: Um comando que permite que um contrato execute o código de outro contrato. Isso é poderoso, mas pode ser perigoso.
**Slots de Armazenamento**: A forma como a Ethereum armazena dados pode causar vulnerabilidades inesperadas.
**Assinaturas e Verificação**: O sistema complexo de assinaturas para transações adiciona outra camada de possíveis falhas.
Essas camadas de complexidade tornam difícil prever todas as vulnerabilidades.
Como a Complexidade Permitida o Ataque
A Bybit não cometeu um erro simples de segurança; ela foi afetada pela complexidade da Ethereum. Aqui está como isso aconteceu:
A Brecha Oculta nos Fundamentos
O atacante explorou uma característica da Ethereum: o endereço do contrato proxy é armazenado em um local específico na memória (slot 0). Isso não é uma falha óbvia, mas uma consequência da forma como a Ethereum foi projetada.
// Código aparentemente inofensivo:
function transfer(address _addr) external {
// Modifica o slot 0
assembly {
sstore(0, _addr)
}
}
Quando esse código é executado, ele pode comprometer a segurança de um sistema valioso não por descuido, mas pela complexidade de como a Ethereum gerencia contratos.
A Ilusão da Segurança Multi-Assinatura
O Gnosis Safe utiliza múltiplas assinaturas para autorizar transações, um método que deveria ser seguro. No entanto, a complexidade da Ethereum pode tornar esse sistema vulnerável:
O atacante conseguiu uma assinatura válida (possivelmente por meio de engano).
Com uma única transação assinada, ele alterou a implementação do sistema.
Assim, as garantias de segurança foram anuladas.
Um sistema que parece seguro pode se tornar vulnerável devido às interações complexas na Ethereum.
Lightning Network: Quando a Complexidade Ameaça Até Mesmo o Bitcoin
Enquanto o Bitcoin foi criado com uma estrutura simples, a introdução da Lightning Network (LN) para escalabilidade traz riscos de complexidade semelhantes aos da Ethereum.
A Complexidade na Lightning Network
A Lightning Network adiciona várias camadas ao Bitcoin:
**Canais de Pagamento Bidirecionais**: Exigem que os participantes estejam sempre online.
**Contratos HTLC**: Criam dependências temporais complexas.
**Roteamento Multi-Hop**: Depende de nós intermediários, que podem falhar.
**Gestão de Liquidez**: Pode bloquear fundos em canais desbalanceados.
**Watchtowers**: Estrutura necessária para monitorar fraudes.
Novos Riscos na Lightning Network
Essas complexidades já resultaram em vulnerabilidades:
**Ataques de Congestionamento**: Atacantes podem sobrecarregar canais com transações falsas.
**Ataques de Esgotamento de Canal**: Manipulação do roteamento para drenar liquidez.
**Problemas de Revelação de Pré-imagem**: Falhas podem deixar fundos presos.
**Ataques Wormhole**: Explorando falhas de roteamento.
**Ataques de Pinning**: Usando limitações do Bitcoin para atrasar transações.
BCH e SmartBCH: A Segurança da Simplicidade
Em contraste com a complexidade da Ethereum e da Lightning Network, o Bitcoin Cash (BCH) oferece uma abordagem diferente para contratos inteligentes, priorizando segurança através da simplicidade.
A Abordagem Minimalista dos Contratos em BCH
Os contratos do Bitcoin Cash são baseados em princípios simples:
**Linguagem de Script Limitada**: Ao contrário da Ethereum, o BCH usa uma linguagem que evita comportamentos imprevisíveis.
**Contratos Predefinidos**: Em vez de permitir qualquer código, o BCH utiliza "templates" de contratos testados.
**Determinismo**: Os contratos do BCH têm resultados previsíveis.
**Sem Estado Global Compartilhado**: Contratos do BCH são isolados, reduzindo vulnerabilidades.
CashScript: Segurança Através de Restrições
A linguagem CashScript foi projetada para evitar problemas da Ethereum:
// Exemplo de contrato CashScript - simples e previsível
contract EscrowWithTimeout(
pubkey buyer,
pubkey seller,
pubkey arbiter,
int timeout
) {
// Resolução por concordância
function spend(sig buyerSig, sig sellerSig) {
require(checkSig(buyerSig, buyer));
require(checkSig(sellerSig, seller));
}
// Resolução via árbitro
function resolve(sig arbiterSig, sig secondSig, pubkey secondPubkey) {
require(checkSig(arbiterSig, arbiter));
require(checkSig(secondSig, secondPubkey));
require(
secondPubkey == buyer ||
secondPubkey == seller
);
}
// Resolução por tempo limite
function timeout(sig buyerSig) {
require(checkSig(buyerSig, buyer));
require(tx.time >= timeout);
}
}
Esse contrato ilustra a filosofia de que a funcionalidade deve ser clara e previsível.
SmartBCH: O Melhor dos Dois Mundos
A sidechain SmartBCH complementa o BCH com compatibilidade com EVM, mas com salvaguardas:
**Isolamento por Design**: Opera independentemente do BCH.
**Modelo de Federação Simplificado**: Um conjunto claro de validadores.
**Compatibilidade Seletiva**: Implementa partes da EVM com modificações para segurança.
**Mitigações Específicas**: Aprendendo com os exploits da Ethereum.
Por Que o Ataque da Bybit Seria Impossível no BCH
O hack da Bybit explorou vulnerabilidades específicas da Ethereum. No BCH:
Não existem contratos proxy que mudam a implementação em tempo real.
A ausência do `delegateCall` previne esse tipo de vulnerabilidade.
Os contratos BCH não podem modificar slots de armazenamento arbitrariamente.
O modelo de segurança é baseado em contratos bem definidos e testados.
Segurança Através de Simplicidade
O BCH mostra que a verdadeira inovação em contratos inteligentes está em encontrar um equilíbrio entre funcionalidade e segurança:
**Funcionalidade Suficiente**: Oferece o essencial para contratos financeiros.
**Restrições Deliberadas**: Limita o que os contratos podem fazer.
**Isolamento por Design**: Evita interações complexas.
**Verificabilidade Formal**: Contratos mais simples podem ser verificados.
Por Que a Ethereum É Vulnerável a Ataques
A complexidade da Ethereum cria um ambiente favorável a ataques por várias razões:
1. Superfície de Ataque Ampla
Cada nova funcionalidade na Ethereum aumenta as chances de ataque. Isso inclui:
Proxies atualizáveis
Contratos que interagem entre si
Slots de armazenamento
Mecanismos de governança
2. Consequências Irreversíveis
Na Ethereum, uma transação maliciosa não pode ser revertida. Isso se torna um problema quando combinado com complexidade:
Não há como "desfazer" uma transação.
Não existe uma autoridade central para corrigir erros.
3. Ferramentas Não Intuitivas
O desenvolvimento na Ethereum usa linguagens como Solidity, que não priorizam a segurança:
Comportamentos não intuitivos.
Falta de garantias de segurança.
Lições Para o Ecossistema Cripto
O ataque à Bybit, os riscos da Lightning Network e a abordagem do BCH oferecem lições importantes:
**Simplicidade é Segurança**: Menos complexidade pode resultar em maior segurança.
**Limites Necessários**: Permitir a execução de qualquer código pode ser arriscado.
**Novas Abordagens**: Precisamos repensar como projetamos sistemas seguros.
**Funcionalidade vs. Segurança**: Adicionar recursos não é sempre a melhor opção.
Conclusão
O ataque à Bybit nos leva a questionar a complexidade nas plataformas blockchain. Enquanto a Ethereum oferece flexibilidade, sua complexidade pode introduzir vulnerabilidades. O Bitcoin Cash, com sua abordagem simplificada, pode ser a solução que prioriza segurança.
À medida que a indústria evolui, o futuro pode pertencer não às plataformas mais poderosas, mas àquelas que equilibram funcionalidade e segurança - um equilíbrio que o Bitcoin Cash parece estar mais próximo de alcançar.
*Nota: Esta análise reflete um ponto de vista sobre os riscos da complexidade em sistemas blockchain. É importante considerar diferentes perspectivas ao avaliar a segurança dessas tecnologias.*

Ethereum: The Root of the $1.5 Billion Bybit Exploit
Recently, the exchange Bybit suffered an attack that resulted in the loss of over $1.5 billion from a supposedly "cold" wallet. This incident highlights a larger issue: the complexity of the Ethereum blockchain, which can make even the most cautious institutions vulnerable to unforeseen attacks.
To better understand this exploit, I recommend watching the video by Brazilian programmer Tiago Salém, who explains the incident in detail here. https://youtu.be/Nx7kzGf6snk?si=-8UPCzT0sTmN3_iV
https://youtu.be/Nx7kzGf6snk?si=PR7_My_ssWjtuAS_
The Trap of Ethereum's Complexity
Ethereum was created as a decentralized platform to run smart contracts, which are codes that automatically execute agreements when certain conditions are met. While this flexibility is appealing, it also comes at a cost: technical complexity.
Layers Upon Layers of Abstraction
In Bybit's case, the exchange used Gnosis Safe, a popular security solution. However, this choice reveals the complications of Ethereum:
**Proxy Standards**: Use of proxy contracts, which can point to other contracts, creating multiple layers where errors can occur.
**DelegateCall**: A command that allows one contract to execute the code of another. This is powerful but can be dangerous.
**Storage Slots**: The way Ethereum stores data can lead to unexpected vulnerabilities.
**Signatures and Verification**: The complex signature system for transactions adds another layer of potential failures.
These layers of complexity make it difficult to anticipate all vulnerabilities.
How Complexity Allowed the Attack
Bybit did not make a simple security mistake; it was affected by Ethereum's complexity. Here’s how it happened:
The Hidden Breach in the Fundamentals
The attacker exploited a feature of Ethereum: the address of the proxy contract is stored in a specific location in memory (slot 0). This is not an obvious flaw but a consequence of how Ethereum was designed.
// Apparently harmless code:
function transfer(address _addr) external {
// Modifies slot 0
assembly {
sstore(0, _addr)
}
}
When this code is executed, it can compromise the security of a valuable system not due to negligence but because of the complexity of how Ethereum manages contracts.
The Illusion of Multi-Signature Security
Gnosis Safe uses multiple signatures to authorize transactions, a method that should be secure. However, Ethereum's complexity can make this system vulnerable:
The attacker obtained a valid signature (possibly through deception).
With a single signed transaction, they altered the system's implementation.
Thus, the security guarantees were nullified.
A system that appears secure can become vulnerable due to complex interactions within Ethereum.
Lightning Network: When Complexity Threatens Even Bitcoin
While Bitcoin was created with a simple structure, the introduction of the Lightning Network (LN) for scalability brings similar complexity risks as Ethereum.
Complexity in the Lightning Network
The Lightning Network adds several layers to Bitcoin:
**Bidirectional Payment Channels**: Require participants to always be online.
**HTLC Contracts**: Create complex temporal dependencies.
**Multi-Hop Routing**: Depends on intermediary nodes, which can fail.
**Liquidity Management**: Can lock funds in unbalanced channels.
**Watchtowers**: A structure needed to monitor for fraud.
New Risks in the Lightning Network
These complexities have already resulted in vulnerabilities:
**Congestion Attacks**: Attackers can overwhelm channels with false transactions.
**Channel Exhaustion Attacks**: Manipulating routing to drain liquidity.
**Pre-image Disclosure Issues**: Failures can leave funds trapped.
**Wormhole Attacks**: Exploiting routing flaws.
**Pinning Attacks**: Using Bitcoin's limitations to delay transactions.
BCH and SmartBCH: The Security of Simplicity
In contrast to the complexity of Ethereum and the Lightning Network, Bitcoin Cash (BCH) offers a different approach to smart contracts, prioritizing security through simplicity.
The Minimalist Approach to Contracts in BCH
Bitcoin Cash contracts are based on simple principles:
**Limited Script Language**: Unlike Ethereum, BCH uses a language that avoids unpredictable behaviors.
**Predefined Contracts**: Instead of allowing any code, BCH uses tested contract templates.
**Determinism**: BCH contracts have predictable outcomes.
**No Shared Global State**: BCH contracts are isolated, reducing vulnerabilities.
CashScript: Security Through Restrictions
The CashScript language was designed to avoid Ethereum's issues:
// Example of a CashScript contract - simple and predictable
contract EscrowWithTimeout(
pubkey buyer,
pubkey seller,
pubkey arbiter,
int timeout
) {
// Resolution by agreement
function spend(sig buyerSig, sig sellerSig) {
require(checkSig(buyerSig, buyer));
require(checkSig(sellerSig, seller));
}
// Resolution via arbiter
function resolve(sig arbiterSig, sig secondSig, pubkey secondPubkey) {
require(checkSig(arbiterSig, arbiter));
require(checkSig(secondSig, secondPubkey));
require(
secondPubkey == buyer ||
secondPubkey == seller
);
}
// Resolution by timeout
function timeout(sig buyerSig) {
require(checkSig(buyerSig, buyer));
require(tx.time >= timeout);
}
}
This contract illustrates the philosophy that functionality should be clear and predictable.
SmartBCH: The Best of Both Worlds
The SmartBCH sidechain complements BCH with EVM compatibility but with safeguards:
**Isolation by Design**: Operates independently of BCH.
**Simplified Federation Model**: A clear set of validators.
**Selective Compatibility**: Implements parts of the EVM with modifications for security.
**Specific Mitigations**: Learning from Ethereum's exploits.
Why the Bybit Attack Would Be Impossible on BCH
The Bybit hack exploited specific vulnerabilities of Ethereum. In BCH:
There are no proxy contracts that change implementation in real-time.
The absence of `delegateCall` prevents this type of vulnerability.
BCH contracts cannot arbitrarily modify storage slots.
The security model is based on well-defined and tested contracts.
Security Through Simplicity
BCH shows that true innovation in smart contracts lies in finding a balance between functionality and security:
**Sufficient Functionality**: Offers the essentials for financial contracts.
**Deliberate Restrictions**: Limits what contracts can do.
**Isolation by Design**: Avoids complex interactions.
**Formal Verifiability**: Simpler contracts can be verified.
Why Ethereum Is Vulnerable to Attacks
Ethereum's complexity creates a favorable environment for attacks for several reasons:
1. Wide Attack Surface
Each new feature in Ethereum increases the chances of an attack. This includes:
Upgradable proxies
Contracts that interact with each other
Storage slots
Governance mechanisms
2. Irreversible Consequences
In Ethereum, a malicious transaction cannot be reversed. This becomes a problem when combined with complexity:
There’s no way to "undo" a transaction.
There’s no central authority to correct mistakes.
3. Non-Intuitive Tools
Development in Ethereum uses languages like Solidity, which do not prioritize security:
Non-intuitive behaviors.
Lack of security guarantees.
Lessons for the Crypto Ecosystem
The attack on Bybit, the risks of the Lightning Network, and BCH's approach offer important lessons:
**Simplicity is Security**: Less complexity can lead to greater security.
**Necessary Limits**: Allowing execution of any code can be risky.
**New Approaches**: We need to rethink how we design secure systems.
**Functionality vs. Security**: Adding features is not always the best option.
Conclusion
The attack on Bybit leads us to question complexity in blockchain platforms. While Ethereum offers flexibility, its complexity can introduce vulnerabilities. Bitcoin Cash, with its simplified approach, may provide a solution that prioritizes security.
As the industry evolves, the future may belong not to the most powerful platforms but to those that balance functionality and security—an equilibrium that Bitcoin Cash seems to be closer to achieving.
*Note: This analysis reflects a viewpoint on the risks of complexity in blockchain systems. It’s important to consider different perspectives when evaluating the security of these technologies.*
REVOLUÇÃO CRIPTO: B3 Lidera Inovação no Brasil e Gigantes Apostam Bilhões em Bitcoin
B3 Expande Domínio no Mercado Cripto e Promete Novidades Bombásticas para 2025
A B3, maior bolsa de valores da América Latina, está prestes a dar um passo gigantesco no mercado de criptoativos. Com um impressionante volume mensal de US$ 860 milhões apenas em negociações de futuros de Bitcoin, a bolsa brasileira anuncia uma expansão histórica: o lançamento de futuros de Solana e Ethereum até o final do ano.
Essa movimentação coloca o Brasil na vanguarda da inovação financeira, estabelecendo a B3 como uma das bolsas mais progressistas do mundo em termos de adoção de criptomoedas. A decisão responde à crescente demanda do mercado brasileiro por produtos de investimento em criptoativos e promete atrair ainda mais investidores institucionais para o setor.
Além dos novos futuros de Solana e Ethereum, a B3 também está considerando a introdução de opções de Bitcoin, o que ampliaria significativamente o leque de possibilidades para investidores institucionais no mercado brasileiro. Essa iniciativa demonstra o compromisso da bolsa em se manter à frente das tendências globais e atender às necessidades do mercado local.
Movimento Global: Gigantes do Mercado Seguem Tendência
Adoção Institucional Dispara
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, prevê um futuro extraordinário para o Bitcoin, projetando que a adoção da criptomoeda pode alcançar bilhões de usuários até 2030. Os números já impressionam: 300 milhões de usuários em apenas 12 anos, superando o ritmo de adoção da própria internet.
Empresas de Peso Aumentam Exposição
**Tesla**: Mantém 11.500 Bitcoins (US$ 1,1 bilhão).
**Strategy (antiga MicroStrategy)**: Adquiriu mais 7.600 BTC por US$ 740 milhões, totalizando 480.000 BTC.
**BlackRock**: Após sucesso nos EUA com US$ 60 bilhões em ativos, prepara lançamento na Europa.
Novos ETFs em Análise nos EUA
Analistas da Bloomberg preveem aprovações importantes:
Litecoin: 90% de probabilidade.
Dogecoin: 75% de probabilidade.
Solana: 70% de probabilidade.
XRP: 65% de probabilidade.
Inovações Tecnológicas Impulsionam o Setor
A Uniswap Labs revoluciona o mercado com o lançamento da Uni Chain mainnet, prometendo uma redução de 95% nas taxas e melhorias significativas para DeFi. Com o suporte de mais de 100 plataformas importantes, incluindo a Coinbase, a inovação pode acelerar ainda mais a adoção mainstream.
Perspectivas para o Mercado Brasileiro
Com a B3 liderando a inovação na América Latina, o Brasil se posiciona como um hub crucial para o desenvolvimento do mercado cripto regional. A expansão dos produtos oferecidos pela bolsa deve:
Atrair mais investidores institucionais.
Aumentar a liquidez do mercado.
Facilitar o acesso de investidores tradicionais ao mundo cripto.
Estabelecer padrões de regulamentação e segurança para o setor.
Conclusão
O Brasil emerge como protagonista na revolução cripto global, com a B3 pavimentando o caminho para uma maior integração entre mercados tradicionais e digitais. Enquanto isso, o movimento global de adoção institucional continua fortalecendo o ecossistema cripto como um todo.
*Nota: Este artigo reflete informações do mercado no momento de sua publicação. Recomenda-se sempre realizar pesquisa própria antes de tomar decisões de investimento.*

O Impacto da IA no Mercado de Trabalho: Reflexões sobre o Índice Econômico da Anthropic
Recentemente, a Anthropic lançou o **Anthropic Economic Index** ( Índice Econômico da Anthropic), uma pesquisa que busca entender como a inteligência artificial (IA) está transformando o **mercado de trabalho**. O relatório inicial, **baseado em milhões de conversas anônimas** na plataforma Claude.ai, traz dados intrigantes sobre a adoção da IA em diversas profissões. Contudo, é crucial abordar as críticas sobre a metodologia e as implicações éticas envolvidas, especialmente em um contexto onde a privacidade dos dados é frequentemente discutida, pois os dados são a nova riqueza mundial.
Principais Resultados do Índice Econômico da Anthropic
O Índice Econômico revela alguns achados significativos sobre o uso da IA no mercado de trabalho:
**Concentração em Tarefas Específicas**: A utilização de IA é mais prevalente em setores como desenvolvimento de software e redação técnica.
**Colaboração versus Automação**: A pesquisa indica que 57% do uso da IA se concentra na colaboração com humanos (augmentação), enquanto 43% envolve a automação de tarefas (substituição de trabalho humano).
**Prevalência em Ocupações de Média a Alta Renda**: A IA é mais comum em ocupações com salários medianos a altos, como programadores de computador e cientistas de dados. Em contrapartida, seu uso é menor em funções de baixa renda e nas de altíssima remuneração, o que reflete tanto as limitações atuais da tecnologia quanto barreiras práticas à sua adoção.
O Viés na Análise de Dados
Um dos principais pontos a se considerar é o viés inerente à própria Anthropic na condução da pesquisa. Sendo uma empresa conhecida por suas capacidades em processamento de linguagem natural e **geração de texto**, é natural que a utilização da IA em tarefas como redação técnica seja mais evidenciada em seus dados.
O viés ocorre quando algumas características da amostra analisada não representam adequadamente a população geral. Neste caso, o foco dos usuários da Anthropic em **melhorias textuais** pode fazer com que outras aplicações da IA, como automação de tarefas, sejam sub-representadas nos resultados. Isso significa que a pesquisa pode **não estar capturando a totalidade do impacto da IA** no mercado de trabalho.
Impacto do Viés nos Resultados
Essa diferença de foco pode alterar radicalmente a forma como interpretamos o impacto da IA. Se outras IAs generativas, voltadas para automação, fossem consideradas, os resultados poderiam apontar para um cenário diferente, com a IA sendo mais utilizada para substituir determinadas atividades do que para complementar as capacidades humanas. A presença de viés em uma pesquisa pode distorcer as conclusões e prejudicar a validade dos insights obtidos.
Questões de Privacidade e Riscos dos Dados
A questão da privacidade torna-se ainda mais crítica quando observamos as recentes polêmicas envolvendo empresas como Meta (dona do Facebook e Instagram) e TikTok. A Meta foi multada em quase US$ 1,3 bilhão por compartilhar dados de usuários europeus com os EUA, levantando preocupações sobre a proteção de dados e a segurança da informação. A Autoridade Irlandesa de Proteção de Dados destacou que a violação é “muito grave”, considerando o volume de dados pessoais envolvidos.
Além disso, o TikTok, que se tornou um fenômeno global, também está no centro de debates sobre privacidade e segurança dos dados. Os EUA apontam a empresa chinesa como uma ameaça devido à forma como coleta e utiliza informações dos usuários, **pois a informação contida na coleta desses dados são uma nova riqueza na economia.** Essa disputa entre EUA e China em relação à coleta de dados e à tecnologia 5G evidencia como as questões de privacidade são fundamentais na atual era digital.
Conclusão
Embora o "Índice Econômico da Anthropic" traga informações necessárias sobre o uso da IA no mercado de trabalho, é fundamental abordar as limitações dessa pesquisa de maneira crítica e construtiva. Devemos buscar compreender as possíveis fontes de viés presentes na metodologia e refletir cuidadosamente sobre como esses fatores podem estar influenciando as conclusões apresentadas. Dado a complexidade do tema, certamente ainda não dispomos de informações suficientes para afirmar com precisão o real impacto previsto da IA no mercado de trabalho, uma questão que obviamente desperta grande interesse e preocupação em toda a sociedade.
Além disso, a experiência recente com a Meta e o TikTok serve como um alerta sobre os riscos associados ao uso de dados pessoais. À medida que a IA continua a se integrar em nossas vidas, devemos ser cautelosos sobre a quantidade e a natureza das informações que estamos dispostos a compartilhar com essas tecnologias. A necessidade de regulamentação mais robusta e de práticas éticas na coleta de dados é fundamental para proteger os usuários e garantir um desenvolvimento responsável da tecnologia.
Para mais detalhes sobre o estudo da Anthropic, confira a matéria original aqui. https://www.anthropic.com/news/the-anthropic-economic-index?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaY-fhcDOp4OKs6-sfUEk2tobe3Zbz6T1ID-0XzLJ4JXRNeuOfnls0pUrrc_aem_l_I5gRzQ_4KhTvxC0IhogQ

Digital Revolution and BCH: Salvation or Threat to Our Planet?
**The Environmental Paradox of the Digital Age**
The digital revolution is transforming our society in unprecedented ways. However, a fascinating paradox arises when we assess its environmental impacts. On one hand, cryptocurrencies are constantly criticized for their high energy consumption. On the other hand, artificial intelligence is celebrated, despite its growing environmental footprint. Let's explore this contradiction and understand why we need a more balanced discussion.
**The True Energy Cost of Digital Innovation**
The energy consumption of digital technologies is staggering. Bitcoin mining, for example, consumed 121 terawatts between 2015 and 2023, according to UNCTAD. This figure is often used as an argument against cryptocurrencies. However, few mention that AI data centers already account for 4.4% of energy consumption in the United States, with a forecast to triple by 2028. To put this in perspective, a single AI processing center consumes the equivalent of the entire state of Rio de Janeiro, or countries like Uruguay and Lithuania.
**Water: The Forgotten Resource in the Debate**
The environmental impact goes beyond electricity consumption. The training of GPT-3, the base model of ChatGPT, required 700,000 liters of fresh water for cooling alone. This data rarely appears in discussions about the sustainability of AI, while cryptocurrencies continue to be the preferred target of environmental criticism.
**The Question of Energy Matrices**
Paraguay illustrates how the energy context is fundamental in this debate. Its fully renewable matrix offers a different perspective on cryptocurrency mining. In contrast, many AI data centers operate in countries that rely on fossil fuels, a fact often ignored by critics.
**The Race for Mineral Resources**
The development of both AI and cryptocurrencies depends on critical natural resources, such as graphite, lithium, and cobalt. Developing countries, rich in these minerals, bear the environmental costs of extraction, while large technology companies reap the benefits. This dynamic affects both sectors, but it is rarely discussed in a balanced way.
**In Search of a Sustainable Digital Future**
To build a truly sustainable digital ecosystem, we need to move beyond simplistic criticisms and embrace a holistic view of the environmental impact of technologies. This means:
**Implementing circular economy practices in the technology sector**: Reducing waste, reusing materials, and extending the lifespan of equipment.
**Investing in renewable energy sources for all digital infrastructure**: Powering data centers and networks with clean energy.
**Developing more efficient cooling technologies**: Minimizing water and energy consumption to cool systems.
**Creating sustainability standards that apply equally to all digital technologies**: Ensuring that all innovations are evaluated and regulated under the same environmental lens.
In this context, it's important to highlight that some cryptocurrencies, such as **Bitcoin Cash (BCH)**, have proven to be more energy-efficient than others, such as Bitcoin. BCH, with its larger block size and different consensus mechanism, allows for a greater number of transactions with lower energy expenditure per transaction. This demonstrates that it is possible to innovate in the world of cryptocurrencies with a focus on sustainability.
**The Other Side of the 'Coin': Hidden Environmental Benefits**
**Cryptocurrencies and the Green Revolution of the Financial System**
The adoption of digital currencies like **BCH** brings with it significant future environmental benefits that are little discussed. The gradual elimination of physical money, for example, results in:
Reduced consumption of paper and ink in the production of banknotes.
Reduction of CO2 emissions in the transport of valuables.
Decreased need for physical bank branches and their environmental costs.
Less use of security equipment and armored cars.
**BCH**, as an efficient and scalable digital currency, directly contributes to these benefits, helping to build a greener and more sustainable financial system.
**AI as a Catalyst for Sustainability**
Artificial intelligence is revolutionizing environmental research, accelerating the development of green technologies, such as:
Discovery of new materials for solar energy
Optimization of wind turbines
Development of more efficient batteries
Drastic reduction in the time and costs of scientific research
Accurate modeling of climate change
Large-scale optimization of energy consumption
**The Future of Innovation: ABA and the Next Generation of Technologies**
**Bitcoin Cash** stands out not only for its energy efficiency, but also for its innovative technology called **Adaptive Blocksize Adjustment (ABA)**. This technology allows the size of BCH's blockchain blocks to be adjusted dynamically according to network demand. This ensures that BCH can handle a large volume of transactions efficiently, without compromising the speed or cost of transactions.
BCH's ABA technology opens up a range of opportunities for the future of innovation, facilitating integration with other emerging technologies, such as **artificial intelligence (AI)** and **quantum computing**. The ability to process large volumes of data quickly and efficiently is fundamental to the development and application of these technologies.
BCH, with its ABA technology, is at the forefront of innovation, paving the way for a more sustainable and promising digital future.
**The Final Balance: Offsetting the Environmental Footprint**
When considering the complete picture, both cryptocurrencies and AI can generate environmental benefits that outweigh their costs in the future:
The elimination of the traditional financial system can significantly reduce carbon emissions.
The solutions developed by AI for environmental problems have the potential to generate an exponential positive impact.
The combination of these technologies can accelerate the transition to a truly sustainable economy.
**Conclusion**
The debate on the environmental impact of digital technologies must evolve beyond simplistic narratives. Although energy consumption is a legitimate concern, it is essential to consider the complete picture: the indirect benefits and the transformative potential of these technologies for a more sustainable future.
Both cryptocurrencies and AI are tools that, if used strategically, can catalyze a green revolution on a global scale. The real challenge is not to choose between technologies, but to develop and implement these solutions responsibly, maximizing their environmental benefits while minimizing their negative impacts.
In a world where climate urgency demands innovative solutions, perhaps it is time to see these technologies not as part of the problem, but as crucial elements of the solution. The sustainable future we aspire to may depend precisely on these innovations that we criticize today.
Impacto Ambiental das Tecnologias Digitais: O Que Ninguém Está Dizendo
A revolução digital está transformando nossa sociedade de maneiras sem precedentes. No entanto, surge um paradoxo intrigante ao avaliarmos seus impactos ambientais. De um lado, as criptomoedas são constantemente criticadas por seu alto consumo energético. Do outro, a inteligência artificial é celebrada, mesmo com sua crescente pegada ambiental. Vamos explorar essa contradição e entender por que precisamos de uma discussão mais equilibrada.
O Verdadeiro Custo Energético da Inovação Digital
O consumo energético das tecnologias digitais é impressionante. A mineração de Bitcoin, por exemplo, consumiu 121 terawatts entre 2015 e 2023, segundo a UNCTAD. Esse número é frequentemente utilizado como argumento contra as criptomoedas. No entanto, poucos mencionam que os data centers de IA já representam 4,4% do consumo energético nos Estados Unidos, com uma previsão de triplicar até 2028. Para contextualizar, um único centro de processamento de IA consome o equivalente a todo o estado do Rio de Janeiro, ou países como Uruguai e Lituânia.
Água: O Recurso Esquecido no Debate
O impacto ambiental vai além do consumo de eletricidade. O treinamento do GPT-3, o modelo base do ChatGPT, necessitou de 700 mil litros de água potável apenas para refrigeração. Esse dado raramente aparece nas discussões sobre a sustentabilidade da IA, enquanto as criptomoedas continuam a ser o alvo preferencial das críticas ambientais.
A Questão das Matrizes Energéticas
O Paraguai ilustra como o contexto energético é fundamental neste debate. Sua matriz totalmente renovável oferece uma perspectiva diferente sobre a mineração de criptomoedas. Em contrapartida, muitos data centers de IA operam em países que dependem de combustíveis fósseis, um fato frequentemente ignorado pelos críticos.
A Corrida pelos Recursos Minerais
O desenvolvimento tanto da IA quanto das criptomoedas depende de recursos naturais críticos, como grafite, lítio e cobalto. Países em desenvolvimento, ricos nesses minerais, arcam com os custos ambientais da extração, enquanto as grandes empresas de tecnologia colhem os benefícios. Essa dinâmica afeta ambos os setores, mas raramente é discutida de forma equilibrada.
Em Busca de um Futuro Digital Sustentável
Para construir um ecossistema digital verdadeiramente sustentável, precisamos:
Implementar práticas de economia circular no setor tecnológico
Investir em fontes de energia renovável para toda a infraestrutura digital
Desenvolver tecnologias de refrigeração mais eficientes
Criar padrões de sustentabilidade que se apliquem igualmente a todas as tecnologias digitais
O outro Lado da 'Moeda': Benefícios Ambientais Ocultos
Criptomoedas e a Revolução Verde do Sistema Financeiro
A adoção de moedas digitais traz benefícios ambientais futuros significativos que são pouco discutidos, como a eliminação gradual do dinheiro físico. Isso resulta em:
Menor consumo de papel e tinta na produção de cédulas
Redução das emissões de CO2 no transporte de valores
Diminuição da necessidade de agências bancárias físicas e seus custos ambientais
Menor uso de equipamentos de segurança e carros-forte
IA como Catalisadora da Sustentabilidade
A inteligência artificial está revolucionando a pesquisa ambiental, acelerando o desenvolvimento de tecnologias verdes, como:
Descoberta de novos materiais para energia solar
Otimização de turbinas eólicas
Desenvolvimento de baterias mais eficientes
Redução drástica no tempo e custos de pesquisas científicas
Modelagem precisa de mudanças climáticas
Otimização do consumo energético em larga escala
O Balanço Final: Compensando a Pegada Ambiental
Ao considerarmos o panorama completo, tanto as criptomoedas quanto a IA podem gerar benefícios ambientais que futuramente superam seus custos:
A eliminação do sistema financeiro tradicional pode reduzir significativamente as emissões de carbono.
As soluções desenvolvidas pela IA para problemas ambientais têm potencial para gerar um impacto positivo exponencial.
A combinação dessas tecnologias pode acelerar a transição para uma economia verdadeiramente sustentável.
Conclusão
O debate sobre o impacto ambiental das tecnologias digitais deve evoluir além de narrativas simplistas. Embora o consumo energético seja uma preocupação legítima, é essencial considerar o quadro completo: os benefícios indiretos e o potencial transformador dessas tecnologias para um futuro mais sustentável.
Tanto as criptomoedas quanto a IA são ferramentas que, se utilizadas estrategicamente, podem catalisar uma revolução verde em escala global. O verdadeiro desafio não é escolher entre tecnologias, mas desenvolver e implementar essas soluções de forma responsável, maximizando seus benefícios ambientais enquanto minimizamos seus impactos negativos.
Em um mundo onde a urgência climática demanda soluções inovadoras, talvez seja hora de ver essas tecnologias não como parte do problema, mas como elementos cruciais da solução. O futuro sustentável que almejamos pode depender justamente dessas inovações que hoje criticamos.

The DeepSeek Effect: A Wake-Up Call for Crypto-Investors
I**ntroduction**
The recent launch of the DeepSeek chatbot has ignited a profound reflection on the future of digital technologies, particularly within the cryptocurrency sphere. Although DeepSeek is not directly tied to the cryptocurrency market, its capacity to provide practical and accessible solutions parallels the ongoing evolution in this space. While many remain fixated on speculation, genuine innovation in cryptocurrencies is emerging through functionality and real-world utility.
The Duality of the Cryptocurrency Market
The current cryptocurrency landscape can be divided into two main streams: speculation and utility. On one hand, Bitcoin Core is often regarded as "digital gold." It attracts investors seeking short-term gains, but this approach hampers its potential as a functional currency. The historic fork of 2017 transformed Bitcoin Core into a speculative asset, distancing it from its original vision of serving as a practical digital currency.
Bitcoin Cash: A Different Path
In contrast, Bitcoin Cash (BCH) represents an alternative that emphasizes usability. Since its inception, BCH has been dedicated to preserving Bitcoin's essence as an effective digital currency. Its commitment to facilitating practical and accessible payments distinguishes it within the market.
With innovations like CashTokens introduced in 2023 and the anticipated VELMA upgrade slated for 2025, BCH continues to evolve. These enhancements not only improve the network's scalability but also make it a viable option for everyday transactions, appealing to average users.
The DeepSeek Effect: A Lesson in Innovation
The "DeepSeek Effect" showcases a new approach to technological solutions. Just as DeepSeek has introduced a more efficient form of interaction, Bitcoin Cash is redefining the future of digital transactions. Bitcoin Core's focus on speculation renders it vulnerable to market fluctuations, while BCH's commitment to continuous improvement solidifies its status as a reliable and useful cryptocurrency.
The Future of Cryptocurrencies: A Focus on Utility
As the cryptocurrency market matures, the quest for utility becomes increasingly significant. Bitcoin Cash stands out by offering low transaction fees and a platform that enables fast and accessible payments. **The forthcoming VELMA update**, which promises to modernize the virtual machine and support advanced mathematical operations, reinforces BCH's dedication to genuine innovation. https://read.cash/@Adeilton_Filho/bitcoin-cash-a-journey-from-cashtokens-to-velma-2023-2025-e80dc9f6
Conclusion: The Silent Revolution of Cryptocurrencies
We are at a pivotal moment in the cryptocurrency market. The "DeepSeek Effect" serves as a reminder that true innovation is found not in speculative narratives, but in the ability to address concrete challenges. Bitcoin Cash embodies this philosophy, designed for practical and functional use rather than merely fueling speculation.
BCH's journey illustrates that the future belongs to those who prioritize utility, adaptability, and tangible solutions. In this new landscape, utility will always triumph over speculation, fostering a more sustainable and accessible environment for all cryptocurrency users.
O Efeito DeepSeek: A Revolução Silenciosa nas Criptomoedas
Introdução
O recente lançamento do chatbot DeepSeek trouxe à tona uma reflexão profunda sobre o futuro das tecnologias digitais, incluindo o universo das criptomoedas. Embora o DeepSeek não esteja diretamente ligado ao mercado de criptomoedas, sua capacidade de oferecer soluções práticas e acessíveis serve como um poderoso paralelo para a evolução que estamos vendo nesse espaço. Enquanto muitos ainda se concentram na especulação, a verdadeira inovação nas criptomoedas começa a emergir por meio da funcionalidade e da utilidade prática.
A Dualidade do Mercado de Criptomoedas
O cenário atual das criptomoedas pode ser dividido em duas vertentes principais: a especulação e a utilidade. De um lado, temos o Bitcoin Core, amplamente visto como um "ouro digital". Ele atrai investidores que buscam valorização a curto prazo, mas essa abordagem o limita como uma moeda funcional. O marco histórico do fork de 2017 transformou o Bitcoin Core em um ativo especulativo, afastando-o de sua proposta original de ser uma moeda digital prática.
Bitcoin Cash: Um Caminho Diferente
Em contrapartida, o Bitcoin Cash (BCH) surge como uma alternativa focada na usabilidade. Desde seu lançamento, o BCH tem se empenhado em resgatar a essência do Bitcoin como uma moeda digital eficaz. Seu compromisso com pagamentos práticos e acessíveis o diferencia no mercado.
Com a implementação de inovações como os CashTokens em 2023 e a aguardada atualização VELMA em 2025, o BCH continua a evoluir. Essas atualizações não apenas melhoram a escalabilidade da rede, mas também a tornam uma opção viável para transações do dia a dia, tornando-a mais atrativa para usuários comuns. https://read.cash/@Adeilton_Filho/a-evolucao-do-bitcoin-cash-de-cashtokens-a-velma-uma-jornada-de-inovacao-continua-2023-2025-010db2d5
O Efeito DeepSeek: Uma Lição de Inovação
O "Efeito DeepSeek" exemplifica uma nova abordagem na busca por soluções tecnológicas. Assim como o DeepSeek introduziu uma forma mais eficiente de interação, o Bitcoin Cash está moldando o futuro das transações digitais. A vulnerabilidade do Bitcoin Core, ao se concentrar na especulação, o torna suscetível a bolhas de mercado. Já o BCH, ao investir em melhorias contínuas, solidifica sua posição como uma criptomoeda útil e de confiança.
O Futuro das Criptomoedas: Um Enfoque na Utilidade
À medida que o mercado de criptomoedas amadurece, a busca por utilidade se torna cada vez mais relevante. O Bitcoin Cash se destaca por oferecer baixas taxas de transação e uma plataforma que facilita pagamentos rápidos e acessíveis. A próxima atualização VELMA, que promete modernizar a máquina virtual e oferecer suporte para operações matemáticas avançadas, reforça o compromisso do BCH com a inovação real.
Conclusão: A Revolução Silenciosa das Criptomoedas
Estamos em um ponto de inflexão no mercado de criptomoedas. O "Efeito DeepSeek" nos lembra que a verdadeira inovação não está em narrativas especulativas, mas na capacidade de resolver problemas concretos. O Bitcoin Cash personifica essa filosofia, sendo uma criptomoeda projetada para uso prático e funcional, em vez de alimentar expectativas de valorização.
A jornada do BCH demonstra que o futuro pertence àqueles que priorizam utilidade, adaptabilidade e soluções práticas. Neste novo cenário, a utilidade sempre prevalecerá sobre a mera especulação, criando um ambiente mais sustentável e acessível para todos os usuários de criptomoedas.
Roger Ver: The Fight for Digital Economic Freedom
A Case That Transcends Individual Boundaries 🌍
Roger Ver, known as *"Bitcoin Jesus",* is a cryptocurrency pioneer who finds himself at the center of a complex legal battle. This case is not just a legal dispute; it is a critical moment that challenges our understanding of regulation and freedom in the digital world. Ver's fight highlights the tension between innovation and governmental control, raising fundamental questions about the future of the digital economy.
Context of the Accusation ⚖️
Currently, Ver faces charges that could lead to an astonishing sentence of up to 109 years in prison. This alarming possibility prompts us to reflect on:
**Judicial Proportionality:** The severity of the penalties in relation to the alleged infractions.
**Limits of Government Power:** How far should state intervention go in technological innovations that challenge the status quo? 🤔
These questions not only affect Roger Ver but also have implications for everyone who believes in economic freedom and innovation.
The Global Petition: More Than Just a Signature ✍️
The international campaign "Free Roger Now" is a movement that goes beyond advocating for an individual. It is a call for reflection on:
**Individual Freedom:** The limits of freedom in the digital age are more relevant than ever.
**Regulation in Technological Ecosystems:** How do existing rules apply to new technologies that challenge established norms? 🔄
**Resistance of Traditional Institutions:** How are institutions reacting to disruptive innovations that may threaten their business models?
Invitation to Participate
For those who wish to support the cause, the Free Roger Now website offers several ways to get involved:
**Sign the Online Petition:** Join thousands who have already supported the cause! 🖊️
**Detailed Information About the Case:** Learn about all the legal and historical aspects.
**Resources for Sharing:** Help spread the message on social media!
A Video That Tells the Story 📽️
To better understand the context, we recommend watching the impactful video available on the Free Roger Now website. You can also check out the teaser on his Instagram reel here. Together, these resources provide powerful insights into Roger Ver's situation. https://www.freerogernow.org/ https://www.instagram.com/reel/DFSv2LaM55i/
Final Reflection 💭
Roger Ver's case invites us to a deep reflection: how can we balance regulatory security with the freedom of innovation? To what extent are traditional power structures prepared to understand and embrace the technological transformations that are shaping our future? It’s time for us to unite and advocate for economic freedom in an ever-evolving digital world!
Roger Ver: A Luta pela Liberdade Econômica Digital
Um Caso que Transcende Fronteiras Individuais 🌍
Roger Ver, conhecido como "Bitcoin Jesus", é um pioneiro das criptomoedas que se encontra no centro de uma batalha judicial complexa. Este caso não é apenas uma disputa legal; é um momento crítico que desafia nossa compreensão sobre regulação e liberdade no mundo digital. A luta de Ver destaca a tensão entre inovação e controle governamental, levantando questões fundamentais sobre o futuro da economia digital.
Contexto da Acusação ⚖️
Atualmente, Ver enfrenta acusações que podem resultar em uma sentença de até impressionantes 109 anos de prisão. Essa possibilidade alarmante nos leva a refletir sobre:
**Proporcionalidade Judicial:** A severidade das penas em relação às supostas infrações.
**Limites do Poder Governamental:** Até onde deve ir a intervenção do estado nas inovações tecnológicas que desafiam o status quo? 🤔
Essas questões não apenas afetam Roger Ver, mas também têm implicações para todos que acreditam na liberdade econômica e na inovação.
A Petição Global: Mais que um Abaixo-Assinado ✍️
***A campanha internacional "******Free Roger Now******" é um movimento que vai além da defesa de um indivíduo.*** https://www.freerogernow.org/
**É um chamado à reflexão sobre:**
**Liberdade Individual:** Os limites da liberdade na era digital são mais relevantes do que nunca.
**Regulação em Ecossistemas Tecnológicos:** Como as regras existentes se aplicam a novas tecnologias que desafiam normas estabelecidas? 🔄
**Resistência das Instituições Tradicionais:** Como as instituições estão reagindo a inovações disruptivas que podem ameaçar seus modelos de negócio?
Convite à Participação 🙌
Para aqueles que desejam apoiar a causa, o site Free Roger Now oferece uma oportunidade para isso das seguintes maneiras: https://www.freerogernow.org/
**Assinatura da Petição Online:** Junte-se a milhares que já apoiaram a causa! 🖊️
**Informações Detalhadas sobre o Caso:** Conheça todos os aspectos legais e históricos.
**Recursos para Compartilhamento:** Ajude a espalhar a mensagem nas redes sociais!
Um Vídeo que Conta a História 📽️
Para entender melhor o contexto, recomendamos assistir ao vídeo impactante disponível no site https://www.freerogernow.org/ como também esse teaser no seu Instagram. https://www.instagram.com/reel/DFSv2LaM55i/
Reflexão Final 💭
O caso de Roger Ver nos convida a uma reflexão profunda: como podemos equilibrar a segurança regulatória com a liberdade de inovação? Até que ponto as estruturas tradicionais de poder estão preparadas para compreender e acolher as transformações tecnológicas que estão moldando nosso futuro? É hora de nos unirmos e defendermos a liberdade econômica em um mundo digital em constante evolução!
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A Semana que Abalou o Mercado Cripto: Revolução, Política e Investimentos
**Trumpcoin: A Meme Coin que Desafiou Todas as Expectativas**
O universo das criptomoedas testemunhou um fenômeno sem precedentes com o lançamento do Trumpcoin. Mais do que uma simples moeda digital, esse token se transformou em um verdadeiro movimento viral que capturou a atenção global.
Números Impressionantes
Em menos de 24 horas após o lançamento, o Trumpcoin atingiu uma capitalização de mercado de impressionantes $50 bilhões
O token conquistou rapidamente a 15ª posição no ranking global de criptomoedas
Gerou volumes de negociação na plataforma Solana comparáveis aos maiores mercados financeiros tradicionais do mundo
Bastidores Estratégicos
Um detalhe fascinante sobre o Trumpcoin é que 80% do seu supply total está controlado pelo próprio Donald Trump através da sua empresa CIC Digital. Essa estrutura monopolista levanta questões sobre o potencial político e financeiro deste token, transformando-o de uma simples meme coin em um possível instrumento de influência e poder.
Bitcoin Core Dispara: A Onda de Valorização que Surpreendeu o Mercado
A criptomoeda com o maior market cap, o Bitcoin Core, mostrou novamente sua força e resiliência no último período:
Ultrapassou a impressionante marca de $109.000 por unidade
Registrou um ganho espetacular de $7.000 em apenas 15 minutos de negociação
Esse movimento acentuado foi batizado pelo mercado de "***Efeito Trump***", destacando a influência política direta no comportamento do mercado cripto
Revolução Regulatória: O Novo Horizonte das Criptomoedas
Transformação na SEC
A recente saída de Gary Gensler da presidência da SEC e a entrada de Mark T. Etta representam muito mais do que uma simples mudança de liderança. Essa transição pode ser um prenúncio de uma abordagem regulatória mais amigável e menos restritiva para o setor de criptoativos nos Estados Unidos.
Principais Mudanças Esperadas
Regulações mais favoráveis à inovação e desenvolvimento tecnológico no ecossistema cripto
Potencial redução significativa de barreiras e restrições para a atuação de startups e empresas cripto
Estabelecimento de um diálogo mais construtivo entre reguladores e a comunidade de desenvolvedores
Visão Institucional
Gigantes corporativos como Circle e Bank of America também sinalizam uma mudança de paradigma em relação às criptomoedas:
Expressam otimismo com a possibilidade de futuras ordens executivas pró-cripto
Estão se preparando para integrar soluções de pagamentos digitais em seus serviços
Reconhecem abertamente o potencial transformador das tecnologias cripto para os negócios
Estratégias de Investimento: Além do Hype
Movimentações Institucionais Significativas
Veículos de investimento em criptoativos atraíram mais de $2,2 bilhões em novos aportes
A MicroStrategy continua sua estratégia agressiva de aquisição, adquirindo mais 11.000 BTC para seu portfólio
A plataforma de vídeos Rumble iniciou sua diversificação com a compra de Bitcoin
Ethereum: Momento Crítico de Autoavaliação
Os desenvolvedores da rede Ethereum estão passando por um momento crucial de reflexão e reorganização estratégica:
Debate intenso sobre os desafios de escalabilidade da rede
Comparações diretas com o surpreendente crescimento da rede Solana
Possível reestruturação da liderança e abordagem tecnológica da Ethereum
Desafios e Perspectivas
A comunidade Ethereum busca encontrar soluções para:
Acelerar a implementação de soluções de escalabilidade eficientes 🫤
Manter a neutralidade política e a descentralização da rede 🤭
Competir com redes emergentes mais ágeis e eficientes em custos 😓
Privacidade Cripto e Inovações DeFi
No cenário turbulento das criptomoedas, esta semana foi marcada por desenvolvimentos significativos que prometem redesenhar o futuro da privacidade digital e das finanças descentralizadas.
Tornado Cash: Ressurgimento e Debate Sobre Privacidade
Os desenvolvedores Roman Storm e Roman Sev estão no centro de uma controvérsia que vai além de simples acusações legais. Após uma decisão histórica do Quinto Circuito suspendendo as sanções da OFAC, ressurge o otimismo em torno do Tornado Cash, uma plataforma de mixagem de criptomoedas que defende o direito fundamental à privacidade financeira.
O BCH já sinalizou seu posicionamento estratégico, comprometendo-se a ser a primeira a integrar o Tornado Cash em sua carteira e navegador web3, caso a plataforma retorne. "Privacidade é um direito", afirmam os representantes da empresa, demonstrando um posicionamento claro em defesa da liberdade individual no universo cripto.
Sky (ex-MakerDAO): Crescimento Explosivo da USDS
Em um movimento que reforça a robustez do ecossistema DeFi, a Sky - anteriormente conhecida como MakerDAO - alcançou um marco impressionante. Sua stablecoin USDS atingiu a marca de US$ 1 bilhão em circulação, dobrando sua oferta nos últimos 30 dias.
Com um rendimento atrativo de 12,5% ao ano (APY), a USDS já se configura como a quinta maior stablecoin do mercado. Somada à DAI, que possui US$ 4,7 bilhões em circulação, a Sky consolida uma capitalização de mercado combinada de US$ 6,8 bilhões, reafirmando seu domínio no competitivo universo das finanças descentralizadas.
Próximos Passos: Integração Xano
Entre os bastidores, a Bitcoin.com prepara mais uma novidade. A empresa está finalizando a integração do Xano em sua carteira, sinalizando investimentos contínuos em tecnologia e experiência do usuário.
O mercado de criptomoedas, e a tecnologia do BCH, seguem em constante evolução, e essas movimentações demonstram que privacidade, inovação e rentabilidade continuam sendo as principais forças motrizes deste ecossistema disruptivo.
A Soltura de Ross Ulbricht e Suas Implicações para o Mundo das Criptomoedas
A história de Ross Ulbricht, fundador da Silk Road, é um dos capítulos mais controversos e fascinantes da história das criptomoedas. Condenado à prisão perpétua por criar e operar o primeiro mercado negro online a aceitar pagamentos em Bitcoin, Ulbricht recebeu um perdão presidencial nos últimos dias do governo Trump, sendo libertado da prisão.
Por que esse evento é tão relevante para o mundo cripto?
**Ligação entre criptomoedas e atividades ilícitas**: A Silk Road demonstrou como as criptomoedas podem ser utilizadas para facilitar transações ilegais. A soltura de Ulbricht reabre o debate sobre a necessidade de regulamentação mais rigorosa para evitar que o anonimato das criptomoedas seja explorado por criminosos.
**Questão da privacidade:** A privacidade é um dos pilares do projeto Bitcoin. A perseguição a Ulbricht e a apreensão de seus Bitcoins levantaram questionamentos sobre o conflito entre privacidade e segurança. Sua libertação pode ser vista como uma vitória para os defensores da privacidade, mas também como um desafio para as autoridades que buscam combater o crime.
Implicações para o futuro:
**Aumento do escrutínio regulatório:** A soltura de Ulbricht provavelmente intensificará os esforços dos reguladores para controlar o uso de criptomoedas em atividades ilegais.
**Desenvolvimento de novas tecnologias de privacidade**: A demanda por privacidade pode impulsionar a criação de novas tecnologias, como moedas privadas e protocolos de mistura, que dificultam o rastreamento de transações.
**Mudanças na narrativa sobre as criptomoedas:** A história de Ulbricht pode ser utilizada tanto para defender quanto para criticar as criptomoedas, e a narrativa sobre elas continuará a evoluir à medida que a tecnologia e a regulamentação se adaptam.
É fundamental destacar que a soltura de Ulbricht é um evento multifacetado, suscetível a diversas interpretações. A narrativa em torno desse caso continua a se desenrolar, e as implicações a longo prazo ainda são incertas. As consequências podem ser tanto positivas quanto negativas, e deixo essa reflexão para vocês. 🫵🏻
**Conclusão**
O panorama atual das criptomoedas revela-se como um terreno de extraordinária complexidade e transformação acelerada. Desde o fenômeno viral do Trumpcoin até as mudanças regulatórias na SEC, passando pela evolução do Bitcoin Cash, e demais criptomoedas, e os desafios enfrentados pela Ethereum, estamos diante de um ecossistema que transcende a mera especulação financeira. As movimentações institucionais, os debates sobre privacidade - exemplificados pelo caso emblemático de Ross Ulbricht - e as inovações tecnológicas sinalizam que as criptomoedas não são apenas um instrumento econômico, mas um movimento que redefine conceitos de poder, transação e liberdade digital. Para investidores e entusiastas, o momento exige não apenas atenção, mas uma compreensão profunda das nuances geopolíticas, tecnológicas e regulatórias que moldam este novo horizonte financeiro.
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Bitcoin Cash: A Journey from CashTokens to VELMA (2023-2025)
The recent history of Bitcoin Cash (BCH) is marked by a series of revolutionary updates that have completely transformed its capabilities. From the introduction of CashTokens in 2023 to the highly anticipated VELMA update in 2025, BCH has demonstrated a consistent commitment to innovation and technological development.
The Foundation: CashTokens (2023)
The journey of modernization for BCH gained momentum in May 2023 with the implementation of CashTokens, a groundbreaking update led by developer Jason Dreyzehner (Bitjson). This update transformed BCH into a comprehensive platform for digital tokens, offering: https://x.com/bitjson?mx=2
**Fungible Tokens**: Enabling the creation of interchangeable assets, similar to Ethereum's ERC-20 tokens.
**Non-Fungible Tokens (NFTs)**: Allowing the creation of unique digital assets.
**Low Operational Costs**: Maintaining BCH's characteristic low fees.
**Censorship Resistance**: Preserving the decentralized nature of the network.
The Consolidation: Jessica (2024)
The Jessica update further expanded the capabilities established by CashTokens, focusing on the scalability and security of the network. Activated on May 15, 2024, this update brought fundamental changes to BCH's infrastructure. The main highlight was the implementation of the Adaptive Block Size Limit Algorithm (**ABLA**), an innovation that allows for automatic adjustment of block size according to network demand.
Key Achievements of Jessica:
1. **Dynamic Scalability**: ABLA revolutionized how BCH handles peaks in demand, enabling automatic and efficient adjustments to block size. This ensures that during high transaction volumes, the algorithm calculates network capacity and increases the block size accordingly, preventing congestion while maintaining low fees. When transaction numbers are low, the algorithm reduces block size to ensure quick and efficient processing.
2. **Historical Correction**: An economic vulnerability that had persisted since 2010 and contributed to the BCH/BTC split in 2017 was resolved. This correction significantly strengthened network security, eliminating the possibility of double-spending attacks, a vulnerability still present in Bitcoin Core.
3. **Performance Optimization**: Improvements to the protocol resulted in faster transactions and reduced costs, making BCH more competitive in the cryptocurrency market while retaining its fundamental characteristic as a digital currency.
The Future: VELMA (2025)
The next major update, VELMA, represents the natural continuation of this evolution. Again under the leadership of Jason Dreyzehner, who has already proven his expertise with the success of CashTokens, VELMA promises to revolutionize the BCH network even further. Scheduled for release on May 15, 2025, VELMA (Virtual Machine Limits) introduces two main improvement proposals.
What is a Virtual Machine (VM)?
A Virtual Machine (VM) is an execution environment that simulates a computing system, allowing for the isolated execution of code and smart contracts. In the context of Bitcoin Cash, the VM is responsible for processing transactions and executing scripts that define the rules for how these transactions should be conducted. The efficiency and limits of this VM are crucial for the network's ability to support complex and innovative applications.
CHIP 20215 - Revolutionizing VM Limits
1. **Modernizing Satoshi Nakamoto's Limits**: When Satoshi Nakamoto created Bitcoin, he established limits to ensure the security and efficiency of transactions. Over time, these limits have become restrictive. The proposed modernization aims to adapt the system to current needs, enabling the network to support more complex applications.
2. **Increasing Stack Element Limit**: The stack is a data structure that temporarily stores information during function execution. The stack element limit will be increased from 520 to 10,000 bytes, allowing for more complex operations without exceeding limits.
3. **New Security Controls**: The update introduces new security controls for operations, hashing, and stack use, helping to prevent vulnerabilities and attacks.
4. **Elimination of Operation Code Limit**: Removing the 2011 limit will allow developers to create longer and more complex operation codes, expanding the network's functionalities.
CHIP 2024-47 - A New Era of Computing
1. **Removal of 64-Bit Limitation for Calculations**: This limitation restricts the amount of data that can be manipulated in calculations, posing an obstacle for applications requiring high precision. Its removal will enable more complex and precise calculations, essential for financial and scientific applications.
2. **Support for High-Precision Mathematical Operations**: Fundamental for DeFi protocols and other applications that require transaction precision.
3. **Enhancements for DeFi Protocol Development**: Improvements will allow for the creation of new, more complex, and efficient DeFi protocols.
4. **Implementation of Privacy Solutions and Zero-Knowledge Proofs**: Zero-knowledge solutions allow one party to prove possession of information without revealing it, enhancing transaction privacy.
5. **Integration with Quantum-Resistant Cryptography**: As quantum computing advances, traditional cryptography may become vulnerable. Integrating quantum-resistant cryptography will ensure security against future technological advances.
For more information on these challenges, click here to read another article. https://read.cash/@Adeilton_Filho/the-quantum-revolution-in-cryptocurrencies-bch-in-the-spotlight-6a147be4
The Architect of Change: Jason Dreyzehner
It's important to highlight Jason Dreyzehner's fundamental role in this evolution of Bitcoin Cash. As the lead developer behind the CashTokens and VELMA updates, his vision has been crucial for: https://github.com/bitjson
Establishing a robust infrastructure for digital tokens (2023)
Developing innovative solutions for smart contracts
Promoting a more accessible and free financial system
Ensuring continuity and coherence in BCH development
Looking to the Future
The developer community can already experience VELMA's functionalities through the test network (chipnet), paving the way for a new wave of innovations. The update will be celebrated at the second annual Bliss conference in Ljubljana, Slovenia, marking a historic moment for the BCH ecosystem.
The Impact on the BCH Community
The Bitcoin Cash community's response to the Jessica and VELMA updates has been notably positive, demonstrating strong support for the ongoing development of the network. Community engagement has manifested in various significant ways:
Reaction from Developers and Users
The community's enthusiasm has translated into concrete actions. Developers and enthusiasts have extensively shared their experiences and expectations on major crypto discussion platforms. Social media and specialized forums have seen a significant increase in technical discussions about the new features.
Innovation and Development
The developer community has shown particular interest in the new possibilities opened by the VELMA update:
**DeFi Exploration**: Developer groups are already designing new DeFi protocols that leverage the expanded limits of the virtual machine.
**Privacy Solutions**: The implementation of zero-knowledge cryptography has attracted developers focused on privacy solutions.
**Quantum-Ready Applications**: Discussions about developing applications resistant to quantum computing have gained traction.
Feedback and Collaborative Development
The community has maintained a constructive approach to the development process:
1. **Active Testing**: Developers are intensively using the test network (chipnet) to experiment with the new features.
2. **Collaborative Documentation**: Initiatives to document and share experiences with the new features are emerging.
3. **Improvement Proposals**: Constructive suggestions from the community are being considered for future updates.
Events and Networking
Community engagement extends beyond the online environment:
**Bliss Conference**: The event in Ljubljana, Slovenia, promises to be a milestone in BCH history.
**Regional Meetups**: Local communities are organizing meetings to discuss implementations.
**Online Workshops**: Educational sessions for developers and users about the new functionalities are being held.
The Legacy in Progress
The sequence of updates—CashTokens (2023), Jessica (2024), and VELMA (2025)—represents more than just technical improvements. It demonstrates a consistent plan for the evolution of Bitcoin Cash, transforming it from a simple cryptocurrency into a comprehensive platform for:
Developing decentralized applications (DApps)
Implementing innovative DeFi solutions
Creating and managing digital tokens
Supporting complex and secure financial operations
To sum up
The evolution of Bitcoin Cash since 2023 showcases an inspiring commitment to innovation and sustainable development. From the groundbreaking foundations laid by CashTokens to the exciting future possibilities ushered in by VELMA, BCH is not just adapting—it's thriving! This journey of continuous reinvention highlights its unwavering dedication to accessibility and decentralization. As we look ahead, the potential for Bitcoin Cash to reshape the financial landscape is more promising than ever, inviting both users and developers to be part of this transformative movement. Together, we can embrace a future where financial freedom and technological advancement go hand in hand!
A Evolução do Bitcoin Cash: De CashTokens à VELMA - Uma Jornada de Inovação Contínua (2023-2025)
A história recente do Bitcoin Cash (BCH) é marcada por uma série de atualizações revolucionárias que transformaram completamente suas capacidades. Desde a introdução dos ***CashTokens*** em 2023 até a aguardada atualização ***VELMA*** em 2025, o BCH tem demonstrado um compromisso constante com a inovação e o desenvolvimento tecnológico. Nessa matéria vamos explorar todas novidades do BCH, então se você quer se atualizar sobre essa criptomoeda esse conteúdo é para você 🫵🏻
A Fundação: CashTokens (2023)
A jornada de modernização do BCH ganhou força em maio de 2023 com a implementação dos CashTokens, uma atualização revolucionária liderada pelo desenvolvedor *Jason Dreyzehner (Bitjson)*. Esta atualização transformou o BCH em uma plataforma completa para tokens digitais, oferecendo:
**Tokens Fungíveis:** Permitindo a criação de ativos intercambiáveis, similares aos tokens ERC-20 do Ethereum
**Tokens Não Fungíveis (NFTs):** Possibilitando a criação de ativos digitais únicos
**Baixo Custo Operacional:** Mantendo as características de taxas reduzidas do BCH
**Resistência à Censura:** Preservando a natureza descentralizada da rede
A Consolidação: Jessica (2024)
A atualização Jessica expandiu ainda mais as capacidades estabelecidas pelos CashTokens, focando na escalabilidade e segurança da rede.
A atualização Jessica, ativada em 15 de maio de 2024, trouxe mudanças fundamentais para a infraestrutura do BCH. O principal destaque foi a implementação do Algoritmo Adaptativo de Limite de Tamanho de Bloco ****(ABLA)****, uma inovação que permite o ajuste automático do tamanho dos blocos conforme a demanda da rede. Sendo um grandioso avançado para a rede do Bitcoin.
Principais Conquistas da Jessica:
**1.** **Escalabilidade Dinâmica:** O ABLA revolucionou a forma como o BCH lida com picos de demanda, permitindo uma adaptação automática e eficiente do tamanho dos blocos, portanto se houver uma grande quantidade de transações o algoritmo calcula a capacidade da rede e então aumenta o bloco de maneira proporcional, fazendo com que não haja congestionamento na rede, proporcionando segurança nas transações e a manutenção de taxas baratas para os usuários, e quando o número de transações está baixo o algoritmo então reduzir ao máximo o tamanho do bloco fazendo com que a rede possa processar de maneira rápida, eficiente e segura as transações.
**2. Correção Histórica**: Foi resolvida uma vulnerabilidade econômica que persistia desde 2010 e que havia contribuído para a divisão BCH/BTC em 2017. Esta correção fortaleceu significativamente a segurança da rede. Pois agora é impossível haver um ataque de gasto duplo, enquanto tal vulnerabilidade ainda persiste no Bitcoin Core.
**3. Otimização de Desempenho:** As melhorias no protocolo resultaram em transações mais rápidas e custos reduzidos, tornando o BCH mais competitivo no mercado de criptomoedas. Não perdendo sua característica fundamental de ser uma moeda digital.
O Futuro: VELMA (2025)
A próxima grande atualização, VELMA, representa a continuação natural desta evolução. Novamente sob a liderança de Jason Dreyzehner, que já provou sua expertise com o sucesso dos CashTokens, a VELMA promete revolucionar ainda mais a rede BCH.
Programada para ser lançada em 15 de maio de 2025, a atualização VELMA (Virtual Machine Limits) representa uma evolução significativa para o Bitcoin Cash. A VELMA introduz duas propostas principais de melhoria. No entanto, pode ser que o caro leitor não esteja entendendo bem o que é essa máquina virtual. Sendo assim, vamos explicá-la.
O que é uma Máquina Virtual (VM)?
Uma Máquina Virtual (VM) é um ambiente de execução que simula um sistema de computação, permitindo a execução de códigos e contratos inteligentes de forma isolada. No contexto do Bitcoin Cash, a VM é responsável por processar transações e executar scripts que definem as regras de como essas transações devem ser realizadas. A eficiência e os limites dessa VM são cruciais para a capacidade da rede de suportar aplicações complexas e inovadoras.
Agora sim voltamos as duas principais propostas da VELMA que são os *CHIP 20215* eo *CHIP 2024-47*. Vale ressaltar que **CHIP** significa **Cash Improvement Proposal**. Portanto é como são chamadas as **propostas que descrevem melhorias ou mudanças planejadas para o protocolo do Bitcoin Cash**. Cada CHIP visa abordar questões específicas, introduzir novas funcionalidades ou aprimorar aspectos existentes da rede, garantindo que todos os desenvolvedores e partes interessadas possam discutir e avaliar as propostas antes de sua implementação, pois o BCH é um software/protocolo livre! Você poder ver as propostas aqui. https://bch.info/pt/chips
CHIP 20215 - Revolucionando os Limites da VM
**1. Modernização dos Limites de Satoshi Nakamoto**
**Contexto**: Quando Satoshi Nakamoto criou o Bitcoin, ele estabeleceu limites para garantir a segurança e a eficiência das transações. Com o tempo, esses limites se tornaram restritivos.
**Impacto**: A modernização proposta visa adaptar o sistema às necessidades atuais, permitindo que a rede suporte aplicações mais complexas.
**2. Aumento do Limite de Elemento de Pilha**
**O que é Pilha?**: A pilha é uma estrutura de dados que armazena informações temporariamente durante a execução de funções. Cada operação pode usar a pilha para armazenar dados intermediários.
**Mudanças**: O limite de elementos da pilha será aumentado de 520 para 10.000 bytes. Isso permite operações mais complexas sem exceder limites, aumentando a flexibilidade para códigos mais elaborados.
**3. Novos Controles de Segurança**
**Segurança em Operações**: A atualização introduz novos controles de segurança para operações, hashing e uso da pilha, ajudando a prevenir vulnerabilidades e ataques.
**4. Eliminação do Limite de Código de Operação**
**Limite de 2011**: A remoção desse limite permitirá que os desenvolvedores criem códigos de operação mais longos e complexos, expandindo as funcionalidades da rede.
CHIP 2024-47 - Nova Era da Computação
**1**. **Remoção da Limitação de 64 Bits para Cálculos**
**O que é Limitação de 64 Bits?:** Essa limitação restringe a quantidade de dados que podem ser manipulados em cálculos, sendo um obstáculo para aplicações que requerem alta precisão.
**Impacto da Remoção:** A remoção permitirá cálculos mais complexos e precisos, essenciais para aplicações financeiras e científicas.
**2. Suporte para Operações Matemáticas de Alta Precisão**
**Importância**: Fundamental para protocolos DeFi e outras aplicações que exigem precisão em transações financeiras.
**3. Aprimoramento para Desenvolvimento de Protocolos DeFi**
**O que são Protocolos DeFi?:** Plataformas que oferecem serviços financeiros sem intermediários, como empréstimos e trocas.
**Benefício:** Melhorias permitirão a criação de novos protocolos DeFi mais complexos e eficientes.
**4. Implementação de Soluções de Privacidade e Zero-Knowledge**
**Privacidade em Transações**: Soluções de zero-knowledge permitem que uma parte prove a posse de informações sem revelá-las.
**Impacto**: Melhorará a privacidade das transações.
**5.** **Integração com Criptografia Resistente a Quantum**
**Desafios Futuros**: Com a computação quântica avançando, as criptografias tradicionais podem se tornar vulneráveis.
**Solução:** A integração de criptografia resistente a quantum garantirá segurança contra futuros avanços tecnológicos.
*Para saber mais sobre esse desafios quânticos* *click aqui* *e leia essa outra matéria.* https://read.cash/@Adeilton_Filho/a-revolucao-quantica-nas-cryptocurrencies-bch-em-destaque-dc2f6b0c
O Arquiteto das Mudanças: Jason Dreyzehner
Vale destacar o papel fundamental de *Jason Dreyzehner* nesta evolução do Bitcoin Cash. Como desenvolvedor principal por trás das atualizações CashTokens e VELMA, sua visão tem sido crucial para:
Estabelecimento de uma infraestrutura robusta para tokens digitais (2023)
Desenvolvimento de soluções inovadoras para contratos inteligentes
Promoção de um sistema financeiro mais livre e acessível
Continuidade e coerência no desenvolvimento do BCH
Olhando para o Futuro
A comunidade de desenvolvedores já pode experimentar as funcionalidades da VELMA através da rede de testes *(chipnet)*, preparando o terreno para uma nova onda de inovações. A atualização será celebrada na segunda conferência anual Bliss em Liubliana, Eslovênia, marcando um momento histórico para o ecossistema BCH.
O Impacto na Comunidade BCH
A resposta da comunidade Bitcoin Cash às atualizações Jessica e VELMA tem sido notavelmente positiva, demonstrando o forte apoio ao desenvolvimento contínuo da rede. O engajamento da comunidade tem se manifestado de diversas formas significativas:
Reação dos Desenvolvedores e Usuários
O entusiasmo da comunidade tem se traduzido em ações concretas. Desenvolvedores e entusiastas têm compartilhado extensivamente suas experiências e expectativas nas principais plataformas de discussão do ecossistema cripto. As redes sociais e fóruns especializados têm registrado um aumento significativo nas discussões técnicas sobre as novas funcionalidades.
Inovação e Desenvolvimento
A comunidade de desenvolvedores tem demonstrado particular interesse nas novas possibilidades abertas pela atualização VELMA:
**Exploração DeFi**: Grupos de desenvolvedores já estão projetando novos protocolos DeFi que aproveitam os limites expandidos da máquina virtual
**Soluções de Privacidade**: A implementação de criptografia zero-knowledge tem atraído desenvolvedores focados em soluções de privacidade
**Aplicações Quantum-Ready**: Discussões sobre o desenvolvimento de aplicações resistentes a computação quântica ganharam destaque
Feedback e Desenvolvimento Colaborativo
A comunidade tem mantido uma abordagem construtiva no processo de desenvolvimento:
1. **Testes Ativos:** Desenvolvedores estão utilizando intensivamente a rede de testes (chipnet) para experimentar as novas funcionalidades
2. **Documentação Colaborativa:** Surgimento de iniciativas para documentar e compartilhar experiências com as novas features
3. **Propostas de Melhorias:** Sugestões construtivas da comunidade estão sendo consideradas para futuras atualizações
Eventos e Networking
O engajamento da comunidade se estende além do ambiente online:
**Conferência Bliss:** O evento em Liubliana, Eslovênia, promete ser um marco na história do BCH
**Meetups Regionais**: Comunidades locais estão organizando encontros para discutir as implementações
**Workshops Online**: Sessões educativas para desenvolvedores e usuários sobre as novas funcionalidades
O Legado em Construção
A sequência de atualizações - CashTokens (2023), Jessica (2024) e VELMA (2025) - representa mais que apenas melhorias técnicas. Ela demonstra um plano consistente de evolução do Bitcoin Cash, transformando-o de uma simples criptomoeda em uma plataforma completa para:
Desenvolvimento de aplicações descentralizadas (DApps)
Implementação de soluções DeFi inovadoras
Criação e gestão de tokens digitais
Suporte a operações financeiras complexas e seguras
Conclusão
A trajetória do Bitcoin Cash entre 2023 e 2025 vai além de uma mera sequência de atualizações técnicas; representa uma verdadeira revolução no universo das criptomoedas. Desde a implementação inovadora dos CashTokens até a robusta atualização Jessica e a iminente chegada da VELMA, o BCH tem demonstrado uma notável capacidade de evolução e adaptação às crescentes demandas do mercado digital.
Essas inovações, meticulosamente arquitetadas por desenvolvedores visionários como *Jason Dreyzehner*, estabelecem um novo paradigma no que uma criptomoeda pode alcançar. O BCH não é mais apenas uma alternativa de pagamento digital; transformou-se em uma plataforma abrangente e sofisticada que:
Democratiza o acesso a ferramentas financeiras avançadas
Oferece soluções escaláveis para desafios complexos de blockchain
Mantém taxas acessíveis, mesmo com funcionalidades ampliadas
Cria um ambiente fértil para inovações em DeFi e contratos inteligentes
Preserva os princípios fundamentais de descentralização e liberdade financeira
O engajamento entusiástico da comunidade, aliado ao desenvolvimento técnico contínuo, sugere que estamos apenas no início de uma nova era para o Bitcoin Cash. As bases estabelecidas por essas atualizações abrem caminho para possibilidades ainda inexploradas no campo da tecnologia blockchain.
À medida que o mundo cripto avança rapidamente, o Bitcoin Cash se posiciona na vanguarda da inovação, mantendo-se fiel à visão original de Satoshi Nakamoto de um sistema financeiro verdadeiramente *peer-to-peer*, agora moldado para enfrentar os desafios dinâmicos do futuro.
O futuro do BCH se apresenta mais promissor do que nunca, e você é convidado a fazer parte dessa revolução. Seja como desenvolvedor, investidor ou entusiasta, há um espaço para você neste ecossistema em expansão.
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A Revolução Quântica nas Cryptocurrencies: BCH em Destaque
A revolução digital não apenas trouxe inovações transformadoras, mas também apresenta desafios significativos para o mundo das criptomoedas. Com o recente lançamento do chip quântico Willow pelo Google, uma questão crucial emerge: qual é o verdadeiro impacto da computação quântica sobre a segurança do Bitcoin e outras criptomoedas? Esta preocupação tem mobilizado especialistas e desenvolvedores em busca de soluções que garantam a continuidade e segurança do ecossistema crypto. https://blog.google/technology/research/google-willow-quantum-chip/
O Desafio Quântico
A segurança das cryptocurrencies, fundamentada em robustos algoritmos criptográficos, enfrenta uma ameaça sem precedentes. Embora a computação quântica ainda esteja em desenvolvimento, suas implicações para a rede Bitcoin são imediatas e merecem atenção. O debate se intensifica entre defensores e críticos, com uma conclusão inevitável: se a computação quântica conseguir comprometer o Bitcoin, diversos outros sistemas digitais também estarão vulneráveis.
A preocupação não se limita apenas ao Bitcoin. Todo o ecossistema financeiro digital, incluindo sistemas bancários tradicionais e infraestruturas de pagamento, poderia ser afetado. A urgência em desenvolver soluções torna-se ainda mais crítica quando consideramos o tempo necessário para implementar mudanças em sistemas tão complexos e interconectados.
Vulnerabilidades e Riscos Específicos
Ameaças aos Sistemas Atuais
A principal preocupação reside nos algoritmos quânticos, como o algoritmo de Shor, capaz de fatorar números exponencialmente mais rápido que computadores tradicionais. Esta capacidade ameaça diretamente o sistema RSA, pilar da criptografia atual. O impacto potencial inclui:
1. Comprometimento de chaves privadas
2. Vulnerabilidade em assinaturas digitais
3. Riscos para transações pendentes
4. Possível exposição de carteiras "dormentes"
O Desafio da Mineração
O algoritmo de **Grover** representa um risco particular para a mineração de Bitcoin, podendo comprometer a segurança das assinaturas digitais através de ataques de força bruta. Isto poderia resultar em:
1. **Alteração no equilíbrio de poder da mineração**
O uso do algoritmo de Grover poderia favorecer mineradores que tiverem acesso a computadores quânticos, permitindo que eles processem informações e validem blocos de forma muito mais rápida do que mineradores que utilizam hardware tradicional. Isso criaria um desequilíbrio significativo no ecossistema, onde apenas aqueles com acesso a essa tecnologia avançada teriam vantagem competitiva, alterando completamente a dinâmica atual da mineração.
2. **Possível centralização do processo de mineração**
Com o aumento da eficiência proporcionado por computadores quânticos, pequenos mineradores poderiam ser forçados a abandonar a atividade, pois não conseguiriam competir com grandes corporações ou entidades que possuam os recursos necessários para adquirir e operar essa tecnologia. Isso poderia levar à centralização da mineração nas mãos de poucos, contrariando o princípio de descentralização que é fundamental para o Bitcoin.
3. **Necessidade de novos algoritmos de consenso**
Diante da ameaça trazida por ataques quânticos, seria necessário desenvolver e implementar novos algoritmos de consenso que sejam resistentes a computadores quânticos. Isso exigiria uma reestruturação significativa no protocolo do Bitcoin e possivelmente de outras criptomoedas, demandando tempo, investimento e consenso entre a comunidade para garantir que a rede permaneça segura contra essas novas ameaças.
4. **Mudanças nos requisitos de hardware para mineração**
A introdução de computadores quânticos na mineração de Bitcoin exigiria uma reavaliação completa dos requisitos de hardware. Mineradores precisariam investir em equipamentos altamente especializados e de custo elevado, como computadores quânticos ou dispositivos compatíveis, para se manterem competitivos. Isso aumentaria substancialmente as barreiras de entrada para novos participantes, reduzindo a acessibilidade da mineração e impactando negativamente a descentralização do sistema.
Análise de Riscos e Estatísticas
De acordo com pesquisas recentes publicadas no Journal of Cryptographic Security (2023), aproximadamente 25% do suprimento total de Bitcoin poderia estar em risco devido a estas vulnerabilidades. Esta exposição vem principalmente de:
1. **Endereços reutilizados**
O uso repetido de endereços para receber ou enviar transações pode comprometer a privacidade e a segurança dos usuários. Quando um endereço é reutilizado, ele associa múltiplas transações a um mesmo ponto de origem, facilitando a análise por terceiros e potencialmente expondo informações sensíveis sobre os saldos e as atividades do usuário.
2. **Chaves públicas expostas em transações antigas**
Em transações realizadas no passado, as chaves públicas podem ter sido reveladas antes que os mecanismos de segurança atuais fossem amplamente adotados. Isso cria uma vulnerabilidade, pois avanços em tecnologias de computação, como a computação quântica, podem tornar mais fácil a quebra dessas chaves no futuro, colocando os fundos associados em risco.
3. **Carteiras inativas com saldos significativos**
Muitas carteiras que não são acessadas há anos podem conter grandes quantidades de Bitcoin. Essas carteiras frequentemente utilizam padrões de segurança antigos ou têm donos que não mantêm backups adequados. Caso as chaves privadas sejam perdidas ou comprometidas, os fundos podem ficar permanentemente inacessíveis ou sujeitos a ataques.
4. **Endereços legados usando formatos mais antigos**
Endereços criados em formatos mais antigos, como os endereços P2PKH (Pay-to-PubKey-Hash), são menos seguros em comparação com os formatos mais modernos, como SegWit ou Taproot. Esses endereços estão mais suscetíveis a ataques devido à falta de suporte a melhorias de segurança implementadas nas atualizações mais recentes do protocolo Bitcoin.
Criptografia Pós-Quântica: O Futuro da Segurança
Desenvolvimentos Atuais
Para enfrentar estes desafios, a indústria desenvolve soluções baseadas em criptografia pós-quântica. O NIST estabeleceu novos padrões, incluindo:
1. **Crystal Kyber para encriptação**
O Crystal Kyber é um dos algoritmos mais promissores para encriptação pós-quântica. Ele é projetado para ser eficiente e seguro contra ataques realizados por computadores quânticos, oferecendo uma alternativa robusta aos métodos tradicionais de criptografia. Sua adoção está sendo incentivada em sistemas que requerem alta segurança, como bancos de dados, comunicações sigilosas e transações financeiras.
2. **Algoritmo Falcon para assinaturas digitais**
O Falcon é um algoritmo otimizado para assinaturas digitais que combina eficiência e resistência a ataques quânticos. Ele é especialmente útil em ambientes onde a validação de identidade e a integridade de dados são essenciais, como autenticação de usuários, certificados digitais e contratos inteligentes. Além disso, sua leveza permite aplicação em dispositivos com recursos limitados, como IoT.
3. **Novos protocolos de comunicação quantum-safe**
Protocolos de comunicação **quantum-safe** são projetados para garantir a segurança de informações transmitidas mesmo em um cenário onde computadores quânticos sejam amplamente utilizados. Eles incluem métodos de troca de chaves e autenticação que protegem dados sensíveis contra interceptações e decodificações. Esses protocolos são cruciais para redes corporativas, governos e sistemas críticos de infraestrutura.
4. **Estruturas de dados resistentes a ataques quânticos**
Estruturas de dados que resistem a ataques quânticos são desenvolvidas para garantir a integridade e a segurança de informações armazenadas. Essas estruturas utilizam algoritmos avançados que dificultam a manipulação ou a corrupção de dados, mesmo com o poder de processamento de computadores quânticos. Elas são fundamentais para bancos de dados, sistemas de arquivos e blockchain.
Desafios de Implementação
A implementação destas soluções apresenta desafios significativos:
1. **Compatibilidade com sistemas existentes**
Muitos sistemas atuais foram projetados com base em criptografia tradicional, o que torna sua adaptação para soluções pós-quânticas complexa. Garantir que os novos algoritmos sejam compatíveis com softwares legados e infraestruturas já estabelecidas é um dos maiores desafios para a indústria.
2. **Requisitos de processamento aumentados**
Algoritmos pós-quânticos geralmente demandam maior poder de processamento em comparação com os métodos tradicionais. Isso pode impactar o desempenho de sistemas, especialmente em dispositivos com recursos limitados, como smartphones e dispositivos IoT, exigindo otimizações ou hardware mais avançado.
3. **Necessidade de consenso da comunidade**
A adoção de soluções pós-quânticas requer um consenso entre empresas, governos e organizações internacionais. É necessário estabelecer padrões amplamente aceitos para garantir que os sistemas possam se comunicar e operar de forma interoperável, o que pode levar tempo devido às diferentes necessidades e prioridades das partes envolvidas.
4. **Custos de migração e atualização**
A transição para criptografia pós-quântica envolve custos significativos, tanto financeiros quanto operacionais. Empresas e organizações precisam investir em novas tecnologias, treinamento de equipes e possíveis reestruturações de sistemas. Além disso, o processo de migração pode causar interrupções temporárias nos serviços, o que exige planejamento cuidadoso para minimizar impactos.
Respostas do Mercado
Grandes empresas já reconhecem esta realidade e tomam medidas preventivas:
1. **A Amazon iniciou a migração de sua infraestrutura para sistemas quantum-safe:** A gigante do comércio eletrônico e tecnologia está investindo fortemente em pesquisa e desenvolvimento para adaptar seus sistemas às ameaças da computação quântica. A empresa busca garantir que seus dados, transações e operações globais permaneçam seguros, mesmo diante de avanços tecnológicos que possam comprometer os métodos tradicionais de criptografia.
**2.** **O sistema PIX no Brasil estuda implementação de algoritmos pós-quânticos:** Como um dos sistemas de pagamento mais utilizados no país, o PIX busca se antecipar a possíveis vulnerabilidades futuras. A implementação de algoritmos pós-quânticos visa proteger as transações financeiras de milhões de brasileiros, garantindo a continuidade da confiança e eficiência do sistema.
**3.** **Empresas de blockchain desenvolvem soluções proprietárias:** O setor de blockchain estão criando protocolos e tecnologias inovadoras e proprietárias para proteger contratos inteligentes, transações e ativos digitais contra possíveis ataques quânticos.
**4. Surgimento de startups especializadas em segurança pós-quântica:** Um novo ecossistema de startups está emergindo, focado exclusivamente no desenvolvimento de soluções de segurança voltadas para a era pós-quântica. Essas empresas oferecem tecnologias de ponta, como novos algoritmos de criptografia, ferramentas de análise de vulnerabilidades e consultoria para grandes corporações que desejam se adaptar ao novo cenário tecnológico.
BCH: A Visão que se Prova Visionária
A Grande Controvérsia dos Blocos
O nascimento do Bitcoin Cash (BCH) em 2017 emergiu de um dos debates mais acalorados da história das cryptocurrencies: a guerra dos blocos. De um lado, desenvolvedores do Bitcoin Core defendiam a manutenção de blocos pequenos de 1MB, argumentando que isso preservaria a descentralização. Do outro, uma facção visionária defendia o aumento do tamanho dos blocos, prevendo os desafios futuros de escalabilidade.
Esta divergência filosófica e técnica levou ao fork que criou o BCH, implementando blocos de 32MB. Na época, muitos criticaram essa decisão como desnecessária ou arriscada. Hoje, diante da ameaça quântica, essa escolha se revela extraordinariamente presciente.
A Ironia do Destino: Blocos Pequenos como Calcanhar de Aquiles
A insistência em manter blocos de 1MB no Bitcoin pode se tornar seu maior ponto de vulnerabilidade na era quântica. Por quê? A criptografia pós-quântica exige significativamente mais espaço para transações:
**Assinaturas digitais pós-quânticas são substancialmente maiores**
**Algoritmos de proteção quântica necessitam de mais dados por transação**
**Protocolos de segurança avançados demandam maior capacidade de bloco**
Em um cenário onde o Bitcoin precisará implementar proteções quânticas, seus blocos de 1MB enfrentarão um dilema devastador: ou sacrificar drasticamente o número de transações por bloco, ou passar por um processo traumático de mudança de protocolo.
BCH: Preparado para o Futuro Antes Dele Chegar
O BCH, com seus blocos de 32MB, encontra-se em uma posição invejável:
1. **Capacidade Imediata**: Pode implementar soluções pós-quânticas sem sacrificar o **throughput** de transações
2. **Flexibilidade Adaptativa**: Possui margem para aumentar ainda mais o tamanho dos blocos se necessário
3. **Vantagem Competitiva**: Enquanto outras cryptocurrencies lutarão com limitações de espaço, o BCH já possui a infraestrutura necessária
A Vingança dos Blocos Grandes
A história está prestes a mostrar uma ironia notável: a mesma característica que levou à criação do BCH - blocos maiores - pode ser exatamente o que o tornará a cryptocurrency mais bem preparada para a era quântica. Enquanto o Bitcoin e outras altcoins com blocos pequenos enfrentarão desafios técnicos e políticos para adaptar suas redes, o BCH já possui a estrutura necessária para esta transição.
O Xeque-Mate Quântico
A chegada da computação quântica não representa apenas uma ameaça à criptografia - ela expõe fundamentalmente a miopia da política de blocos pequenos. As redes que insistiram em limitações de tamanho de bloco enfrentarão um dilema crucial:
1. **Manter blocos pequenos e sacrificar drasticamente o número de transações**
Redes que optaram por blocos menores enfrentam o risco de se tornarem inviáveis em um cenário onde a demanda por transações continua a crescer. A limitação do tamanho dos blocos implica em gargalos severos, resultando em atrasos e custos elevados para os usuários. Além disso, a incapacidade de escalar adequadamente pode levar à perda de competitividade frente a outras redes mais adaptáveis.
2. **Tentar um fork controverso para aumentar o tamanho dos blocos**
A tentativa de aumentar o tamanho dos blocos por meio de um fork pode gerar divisões dentro da comunidade, resultando em bifurcações que enfraquecem o ecossistema como um todo. Além disso, forks controversos muitas vezes levam a disputas entre desenvolvedores, mineradores e usuários, criando incertezas que podem afastar investidores e dificultar a adoção em larga escala.
3. **Implementar soluções de segunda camada que podem comprometer a segurança**
Soluções de segunda camada, como canais de pagamento ou redes paralelas, frequentemente são apresentadas como alternativas para resolver problemas de escalabilidade. No entanto, essas soluções podem introduzir vulnerabilidades adicionais, especialmente em um ambiente pós-quântico, onde a segurança dos sistemas será testada de formas sem precedentes. A dependência excessiva de tais soluções pode comprometer a confiança dos usuários na rede principal.
Enquanto isso, o BCH poderá fazer uma transição suave para a criptografia pós-quântica, mantendo sua eficiência e velocidade de transações. Graças à sua abordagem de blocos maiores e maior flexibilidade, o BCH está melhor posicionado para adotar tecnologias de criptografia resistentes à computação quântica, garantindo sua relevância no futuro.
**Impactos no Ecossistema Crypto**
**Mudanças no Curto Prazo**
O setor de cryptocurrencies já começa a se adaptar às novas realidades trazidas pela computação quântica. Algumas das principais mudanças incluem:
1. **Desenvolvimento de novos padrões de segurança**
Com a ameaça da computação quântica, as comunidades de criptomoedas estão investindo na criação de algoritmos de criptografia pós-quântica. Esses novos padrões visam proteger as redes contra ataques que exploram o poder dos computadores quânticos, garantindo a integridade e a confidencialidade das transações.
2. **Atualização de protocolos existentes**
Muitas redes estão revisando seus protocolos atuais para torná-los compatíveis com as exigências de segurança pós-quântica. Isso inclui mudanças no código-fonte, auditorias de segurança e testes rigorosos para garantir que os sistemas possam resistir a ataques futuros.
3. **Surgimento de soluções híbridas**
No curto prazo, é provável que vejamos o surgimento de soluções híbridas que combinam algoritmos de criptografia tradicionais com tecnologias pós-quânticas. Essa abordagem pode oferecer uma transição mais segura e suave, permitindo que as redes adaptem gradualmente suas infraestruturas enquanto mitigam riscos.
4. **Maior foco em pesquisa e desenvolvimento**
O avanço da computação quântica está impulsionando um aumento significativo em pesquisa e desenvolvimento no setor de blockchain. Universidades, empresas privadas e comunidades descentralizadas estão colaborando para encontrar soluções inovadoras que garantam a segurança e a escalabilidade das redes em um mundo pós-quântico.
O impacto da computação quântica no ecossistema de criptomoedas é inevitável, e as redes que não se adaptarem rapidamente correm o risco de ficarem obsoletas. O futuro pertence àquelas que conseguirem equilibrar segurança, escalabilidade e inovação de forma eficiente.
Perspectivas de Longo Prazo
O futuro do setor dependerá de:
1. **Evolução da tecnologia quântica**
O avanço contínuo na pesquisa e desenvolvimento de hardware quântico, incluindo a criação de qubits mais estáveis, sistemas de correção de erros mais eficientes e a ampliação da capacidade de processamento, será essencial para tornar a tecnologia quântica mais acessível e prática.
2. **Desenvolvimento de novos algoritmos**
A criação de algoritmos específicos que aproveitem as capacidades únicas dos computadores quânticos será crucial para resolver problemas complexos em áreas como criptografia, simulação molecular, otimização logística e inteligência artificial.
3. **Adaptação do mercado**
Empresas e indústrias precisarão se adaptar a essa nova realidade tecnológica, investindo em capacitação, reestruturação de processos e integração de soluções quânticas em seus modelos de negócios para se manterem competitivas.
4. **Regulamentações específicas**
Será necessário estabelecer políticas e regulamentações claras para garantir o uso ético e seguro da tecnologia quântica, abordando questões como privacidade de dados, segurança cibernética e impacto econômico, além de fomentar a colaboração internacional no desenvolvimento dessa tecnologia.
Conclusão: O Futuro Pertence aos Visionários
A evolução da computação quântica está prestes a reescrever as regras do jogo no mundo das cryptocurrencies. O que antes era visto por muitos como uma decisão controversa - a criação do BCH com blocos maiores - agora se revela como uma visão extraordinariamente presciente do futuro.
Enquanto o ecossistema crypto se prepara para enfrentar o desafio quântico, o BCH emerge não apenas como um sobrevivente, mas como um potencial líder na nova era. Sua arquitetura, originalmente projetada para escalabilidade, providencialmente o colocou na posição ideal para adotar as complexas exigências da criptografia pós-quântica.
A história da tecnologia frequentemente prova que os visionários, inicialmente ridicularizados, acabam sendo validados pelo tempo. No caso do BCH, a validação pode vir mais cedo do que muitos esperavam, conforme a revolução quântica se aproxima. A questão que resta não é se as cryptocurrencies sobreviverão à era quântica, mas quais estarão melhor posicionadas para prosperar nela. E nesse aspecto, o BCH pode ter uma vantagem decisiva que seus criadores nem imaginavam quando defenderam blocos maiores anos atrás.
Próximos Passos Recomendados
1. Acompanhar os desenvolvimentos da computação quântica e seu impacto na criptografia
2. Monitorar as adaptações das diferentes cryptocurrencies às ameaças quânticas
3. Observar as respostas do mercado e possíveis mudanças na adoção de diferentes cryptocurrencies
4. Manter-se atualizado sobre novos protocolos de segurança pós-quântica
Para uma análise técnica mais aprofundada sobre este tema, recomenda-se assistir ao vídeo completo de Tiago Salém: "Bitcoin e a Ameaça Quântica (Um Dossiê Técnico)". https://www.youtube.com/watch?v=DgEqFPc24C4
Glossário
**Algoritmo de Shor**: Algoritmo quântico capaz de fatorar números grandes eficientemente
**Algoritmo de Grover**: Algoritmo de busca quântica que pode acelerar ataques de força bruta
**Fork**: Divisão de uma blockchain que resulta em duas versões diferentes do protocolo
**Quantum-safe**: Resistente a ataques de computadores quânticos
**Throughput:** Taxa de processamento de transações por unidade de tempo

The Quantum Revolution in Cryptocurrencies: BCH in the Spotlight
The digital revolution hasn't just brought transformative innovations; it has also presented significant challenges to the cryptocurrency world. With Google's recent launch of the Willow quantum chip, a crucial question emerges: what is the true impact of quantum computing on the security of Bitcoin and other cryptocurrencies? This concern has mobilized experts and developers in search of solutions to ensure the continuity and security of the crypto ecosystem. https://blog.google/technology/research/google-willow-quantum-chip/
The Quantum Challenge
The security of cryptocurrencies, built on robust cryptographic algorithms, faces an unprecedented threat. Although quantum computing is still in development, its implications for the Bitcoin network are immediate and deserve attention. The debate intensifies between defenders and critics, with an inevitable conclusion: if quantum computing can compromise Bitcoin, various other digital systems will also be vulnerable.
The concern extends beyond Bitcoin. The entire digital financial ecosystem, including traditional banking systems and payment infrastructures, could be affected. The urgency to develop solutions becomes even more critical when we consider the time needed to implement changes in such complex and interconnected systems.
Vulnerabilities and Specific Risks
**Threats to Current Systems**
One of the primary concerns in the realm of cryptocurrency security is the emergence of quantum algorithms, particularly Shor's algorithm. This algorithm has the capability to factor large numbers exponentially faster than traditional computers, posing a significant threat to widely used cryptographic systems, such as RSA. The potential impacts of this threat include:
- **Compromise of Private Keys**: If quantum computers can efficiently factor the large numbers that underpin RSA encryption, they could potentially derive private keys from public keys, leading to unauthorized access to sensitive information [1][7].
- **Vulnerability in Digital Signatures**: The integrity of digital signatures, which are essential for verifying transactions and identities, could be undermined. This would allow malicious actors to forge signatures and manipulate transactions [2][8].
- **Risks to Pending Transactions**: Transactions that are currently in process may be at risk of being intercepted or altered, leading to financial losses and a breakdown of trust in the system [3][9].
- **Possible Exposure of "Dormant" Wallets**: Wallets that have not been active for a long time may contain significant amounts of cryptocurrency. If the private keys associated with these wallets are compromised, it could lead to substantial financial losses for users [4][10].
The Mining Challenge
In addition to the risks posed to cryptographic systems, **Grover's algorithm** presents a specific challenge for Bitcoin mining. This algorithm could potentially compromise the security of digital signatures through brute force attacks, leading to several concerning outcomes: https://learning.quantum.ibm.com/course/fundamentals-of-quantum-algorithms/grovers-algorithm
- **Shifts in Mining Power Balance**: If **Grover's algorithm** allows for faster mining, it could disrupt the current balance of power among miners, favoring those with access to quantum computing resources [5][11].
- **Possible Centralization of the Mining Process**: The advantages conferred by quantum computing could lead to a concentration of mining power in the hands of a few entities, undermining the decentralized nature of Bitcoin [6][12].
- **Need for New Consensus Algorithms**: The existing consensus mechanisms may need to be reevaluated and updated to ensure security in a post-quantum world, potentially leading to forks or significant changes in the Bitcoin protocol [13][14].
- **Changes in Mining Hardware Requirements**: As quantum computing technology advances, there may be a need for new types of mining hardware that can effectively compete with quantum capabilities [15][16].
Risk Analysis and Statistics
Recent research published in the **Journal of Cryptographic Security** (2023) indicates that approximately 25% of the total Bitcoin supply could be at risk due to these vulnerabilities. This exposure primarily arises from several factors:
1. **Reused Addresses**: Users who reuse addresses may inadvertently expose themselves to greater risks, as their transaction history can be analyzed [17][18].
2. **Public Keys Exposed in Old Transactions**: Older transactions may have public keys that are now vulnerable to quantum attacks, putting associated funds at risk [19].
3. **Inactive Wallets with Significant Balances**: Wallets that have not been used for a long time may contain large amounts of cryptocurrency, making them attractive targets for attackers.
4. **Legacy Addresses Using Older Formats**: Addresses that utilize outdated formats may lack the necessary protections against quantum threats, increasing their vulnerability.
Post-Quantum Cryptography: The Future of Security
**Current Developments**
The potential for quantum computers to break traditional cryptographic systems has prompted a vigorous response from the industry, leading to the development of innovative solutions grounded in post-quantum cryptography. The National Institute of Standards and Technology (NIST) has taken a pivotal role in this transition by establishing new standards designed to fortify our digital infrastructure against the threats posed by quantum computing. Among these groundbreaking advancements are:
**Crystal Kyber for Encryption:** This algorithm represents a significant leap forward in secure communication. Crystal Kyber is designed to withstand the computational power of quantum attacks, ensuring that sensitive data remains protected even in a post-quantum world. Its efficiency and robustness make it a leading candidate for encryption in various applications, from secure messaging to data storage.
**Falcon Algorithm for Digital Signatures:** The Falcon algorithm is another cornerstone of post-quantum cryptography, providing a secure method for digital signatures. This algorithm not only enhances security but also maintains efficiency, making it suitable for a wide range of applications, including software distribution and identity verification. By leveraging advanced mathematical principles, Falcon ensures that digital signatures remain verifiable and tamper-proof, even in the face of quantum threats.
**New Quantum-Safe Communication Protocols:** As the landscape of cybersecurity evolves, the need for robust communication protocols becomes increasingly critical. NIST is spearheading the development of quantum-safe protocols that can operate securely in a world where quantum computers are prevalent. These protocols aim to safeguard data transmission across networks, ensuring that information remains confidential and intact, regardless of the computational capabilities of potential adversaries.
**Data Structures Resistant to Quantum Attacks:** In addition to encryption and digital signatures, the development of data structures that can withstand quantum attacks is essential for the future of secure computing. These structures are designed to protect the integrity and confidentiality of data, making it difficult for quantum computers to exploit vulnerabilities. By incorporating post-quantum principles into data management, organizations can enhance their resilience against emerging threats.
**Implementation Challenges**
While the advancements in post-quantum cryptography offer promising solutions to the security threats posed by quantum computing, their implementation is fraught with significant challenges that must be addressed to ensure a smooth transition. As organizations strive to adopt these new standards, they encounter various hurdles that can complicate the integration process. Key challenges include:
**Compatibility with Existing Systems**: One of the foremost challenges in implementing post-quantum cryptographic solutions is ensuring compatibility with legacy systems. Many organizations rely on established cryptographic protocols that have been in place for years. Transitioning to new algorithms requires careful planning and testing to ensure that existing systems can seamlessly integrate with post-quantum technologies. This compatibility issue can lead to disruptions in operations and necessitate extensive modifications to current infrastructures.
**Increased Processing Requirements**: Post-quantum cryptographic algorithms often demand more computational resources than their classical counterparts. **This increase in processing requirements can pose a challenge, particularly for organizations with limited hardware capabilities. As a result, businesses may need to invest in upgraded hardware or optimize their systems to accommodate the more resource-intensive algorithms.** This shift could lead to slower performance in some applications, raising concerns about efficiency and user experience.
**Need for Community Consensus**: The successful implementation of post-quantum cryptography hinges on widespread acceptance and consensus within the cybersecurity community. Stakeholders, including researchers, industry leaders, and policymakers, must collaborate to establish best practices and guidelines for the adoption of these new standards. Achieving this consensus can be a complex and time-consuming process, as differing opinions and priorities may arise. Without a unified approach, the transition to post-quantum solutions may be fragmented, leading to inconsistencies in security measures across different sectors.
**Migration and Upgrade Costs**: Transitioning to pcost-quantum cryptographic solutions entails not only technical challenges but also financial implications. Organizations must consider the costs associated with migrating existing systems, upgrading hardware, and training personnel to work with new technologies. For many businesses, especially smaller enterprises, these expenses can be a significant barrier to adoption. Careful budgeting and strategic planning will be essential to mitigate these costs and ensure that organizations can effectively implement post-quantum solutions without compromising their financial stability.
In summary, while the promise of post-quantum cryptography is undeniable, the path to implementation is laden with challenges that require careful consideration and strategic planning. Addressing issues of compatibility, processing requirements, community consensus, and migration costs will be crucial for organizations seeking to enhance their security posture in a post-quantum world.Market Responses
Major companies already recognize this reality and are taking preventive measures:
In recognition of the impending challenges posed by quantum computing, major companies across various sectors are taking proactive steps to fortify their security frameworks. These initiatives reflect a growing awareness of the need to adapt to a rapidly evolving technological landscape. Notable actions include:
**Amazon's Migration to Quantum-Safe Systems**: As a leader in cloud computing and digital services, Amazon has initiated a comprehensive migration of its infrastructure to quantum-safe systems. This strategic move underscores the company's commitment to safeguarding customer data and maintaining trust in its services. By adopting post-quantum cryptographic solutions, Amazon aims to ensure that its vast array of services remains secure against potential quantum threats, positioning itself as a forward-thinking player in the tech industry.
**Brazil's PIX System Exploring Post-Quantum Algorithms**: Brazil's innovative PIX payment system is actively studying the implementation of post-quantum algorithms to enhance its security measures. As a digital payment platform that has rapidly gained popularity, PIX recognizes the importance of staying ahead of potential vulnerabilities. By exploring the integration of quantum-resistant cryptographic techniques, the system aims to protect users' financial transactions and bolster confidence in digital payments, setting a precedent for other countries to follow.
**Blockchain Companies Developing Proprietary Solutions**: The blockchain sector, known for its emphasis on security and transparency, is also responding to the quantum threat by developing proprietary solutions that incorporate post-quantum cryptography. These companies are exploring new algorithms and protocols designed to withstand quantum attacks, ensuring the integrity of transactions and the security of digital assets. By prioritizing quantum resistance, blockchain firms are not only enhancing their platforms but also reinforcing the overall trust in decentralized technologies.
**Emergence of Startups Specializing in Post-Quantum Security**: The rise of startups focused on post-quantum security is a testament to the growing demand for innovative solutions in this field. These agile companies are dedicated to researching and developing cutting-edge cryptographic techniques that can withstand the challenges posed by quantum computing. By fostering a culture of innovation, these startups are contributing to the broader ecosystem of cybersecurity, offering specialized services and products that address the unique needs of organizations seeking to enhance their defenses against quantum threats.
BCH: The Vision That Proves Visionary
**The Great Block Size Controversy**
The birth of Bitcoin Cash (BCH) in 2017 emerged from one of the most heated debates in cryptocurrency history: the block size war. On one side, Bitcoin Core developers advocated maintaining small 1MB blocks, arguing this would preserve decentralization. On the other, a visionary faction advocated for increasing block size, anticipating future scalability challenges.
This philosophical and technical divergence led to the fork that created BCH, implementing 32MB blocks. At the time, many criticized this decision as unnecessary or risky. Today, facing the quantum threat, that choice proves extraordinarily prescient.
**Destiny's Irony: Small Blocks as an Achilles' Heel**
The decision to maintain small 1MB blocks in Bitcoin, while initially seen as a safeguard for decentralization, may ultimately reveal itself as a critical vulnerability in the face of emerging quantum threats. As the landscape of cryptography evolves, particularly with the advent of post-quantum cryptography, the limitations imposed by these small blocks could hinder Bitcoin's ability to adapt effectively.
1. **Post-Quantum Digital Signatures Are Substantially Larger**: One of the primary challenges posed by post-quantum cryptography is the size of digital signatures. Unlike traditional signatures, which are relatively compact, post-quantum signatures can be significantly larger due to the complex mathematical structures they employ. This increase in size means that each transaction will require more space within a block. For Bitcoin, which is constrained by its 1MB limit, this could lead to a situation where fewer transactions can be processed, ultimately slowing down the network and increasing fees during peak usage times.
2. **Quantum Protection Algorithms Require More Data per Transaction**: In addition to larger signatures, the algorithms designed to protect against quantum attacks often necessitate additional data to be included in each transaction. This requirement further exacerbates the space limitations of small blocks. As the need for enhanced security grows, Bitcoin's inability to accommodate these larger data requirements could lead to a bottleneck, where the network struggles to keep up with demand while ensuring the integrity and security of transactions.
3. **Advanced Security Protocols Demand Greater Block Capacity**: The implementation of advanced security protocols to counteract quantum threats will likely require more sophisticated data structures and additional information to be stored within each block. This need for greater capacity presents a significant challenge for Bitcoin, as the existing 1MB block size may not be sufficient to support the necessary enhancements. Consequently, Bitcoin could face a critical juncture where it must either limit the number of transactions processed or undergo a complex and potentially contentious protocol change to increase block size, both of which could disrupt the network and alienate users.
**BCH: Prepared for the Future Before It Arrives**
In stark contrast to Bitcoin, Bitcoin Cash (BCH) stands poised to navigate the challenges of the quantum era with its larger 32MB blocks. This foresight positions BCH advantageously in several key ways:
1. **Immediate Capacity**: With its 32MB block size, BCH can implement post-quantum solutions without sacrificing transaction throughput. This immediate capacity allows BCH to absorb the additional data requirements associated with post-quantum cryptography, ensuring that the network can continue to process a high volume of transactions efficiently. As a result, BCH users can enjoy lower fees and faster transaction times, even as the demands of security evolve.
2. **Adaptive Flexibility**: BCH's larger block size not only accommodates current needs but also provides the flexibility to increase block size further if necessary. This adaptability is crucial in a rapidly changing technological landscape, where the requirements for security and scalability may shift unexpectedly. By having the margin to expand, BCH can remain resilient and responsive to future challenges, ensuring its long-term viability as a leading cryptocurrency.
3. **Competitive Advantage**: As other cryptocurrencies grapple with the limitations of smaller block sizes, BCH's existing infrastructure gives it a distinct competitive edge. While networks like Bitcoin may struggle to implement necessary changes without significant disruption, BCH is already equipped to handle the demands of post-quantum cryptography. This advantage positions BCH as a more attractive option for users and developers alike, fostering a robust ecosystem that prioritizes security and scalability in the face of emerging threats.
In summary, the foresight demonstrated by BCH in adopting larger block sizes not only addresses current scalability challenges but also prepares the network for the inevitable demands of a post-quantum future. As the cryptocurrency landscape evolves, BCH's proactive approach may well prove to be a defining factor in its success and longevity.
**The Revenge of Big Blocks**
History is poised to reveal a striking irony: the very characteristic that led to the creation of Bitcoin Cash (BCH)—its larger block size—may also position it as the most well-equipped cryptocurrency for the impending quantum era. While Bitcoin and other altcoins with smaller block sizes will encounter significant technical and political challenges in adapting their networks, BCH already possesses the necessary infrastructure to facilitate this transition.
**The Quantum Checkmate**
The advent of quantum computing poses not only a threat to traditional cryptography but also highlights the shortsightedness of the small block policy. Networks that have adhered to strict block size limitations will soon face a critical dilemma:
1. **Maintain Small Blocks**: This option would lead to a drastic reduction in transaction throughput, severely limiting the network's capacity to handle a growing number of users and transactions.
2. **Attempt a Controversial Fork**: In an effort to increase block size, these networks may consider a contentious fork. However, this could lead to community division and uncertainty, further complicating the transition.
3. **Implement Second-Layer Solutions**: While these solutions, such as the Lightning Network, may offer temporary relief, they often come with trade-offs that could compromise the overall security and integrity of the network.
In contrast, BCH is well-positioned to transition smoothly to post-quantum cryptography. Its larger block size allows for greater flexibility and scalability, enabling it to maintain high efficiency and transaction speeds even as the landscape of digital security evolves. By embracing this change proactively, BCH can solidify its role as a leader in the cryptocurrency space, ready to meet the challenges posed by quantum computing head-on.
Impacts on the Crypto Ecosystem
Short-Term Changes
The cryptocurrency sector is already in the process of adapting to the challenges posed by emerging technologies, particularly quantum computing. Some of the key short-term changes include:
1. **Development of New Security Standards**: As the threat of quantum computing looms, the industry is prioritizing the creation of robust security standards that can withstand potential quantum attacks. This includes the exploration of post-quantum cryptographic techniques.
2. **Updating Existing Protocols**: Many cryptocurrencies are revisiting and updating their existing protocols to enhance security and efficiency. This may involve integrating new cryptographic methods or modifying consensus mechanisms to better protect against vulnerabilities.
3. **Emergence of Hybrid Solutions**: The industry is witnessing the rise of hybrid solutions that combine traditional blockchain technology with innovative approaches. These solutions aim to leverage the strengths of both systems while mitigating their weaknesses, particularly in terms of security and scalability.
4. **Increased Focus on Research and Development**: There is a growing emphasis on research and development within the crypto space. Companies and organizations are investing in exploring new technologies and methodologies to stay ahead of potential threats and to innovate in the face of rapid technological advancements.
Impacts on the Crypto Ecosystem
Short-Term Changes
The cryptocurrency sector is already in the process of adapting to the challenges posed by emerging technologies, particularly quantum computing. Some of the key short-term changes include:
1. **Development of New Security Standards**: As the threat of quantum computing looms, the industry is prioritizing the creation of robust security standards that can withstand potential quantum attacks. This includes the exploration of post-quantum cryptographic techniques [1][4][9].
2. **Updating Existing Protocols**: Many cryptocurrencies are revisiting and updating their existing protocols to enhance security and efficiency. This may involve integrating new cryptographic methods or modifying consensus mechanisms to better protect against vulnerabilities [2][3][8].
3. **Emergence of Hybrid Solutions**: The industry is witnessing the rise of hybrid solutions that combine traditional blockchain technology with innovative approaches. These solutions aim to leverage the strengths of both systems while mitigating their weaknesses, particularly in terms of security and scalability [14].
4. **Increased Focus on Research and Development**: There is a growing emphasis on research and development within the crypto space. Companies and organizations are investing in exploring new technologies and methodologies to stay ahead of potential threats and to innovate in the face of rapid technological advancements [5][6][12].
Long-Term Perspectives
Looking ahead, the future of the cryptocurrency sector will be shaped by several critical factors:
1. **Evolution of Quantum Technology**: The pace at which quantum technology develops will significantly influence the crypto landscape. As quantum computers become more powerful and accessible, cryptocurrencies will need to adapt to ensure their security and viability [7][19].
2. **Development of New Algorithms**: The creation of new cryptographic algorithms that are resistant to quantum attacks will be essential. The success of these algorithms will determine how well cryptocurrencies can protect user data and maintain trust in their systems [15][17][23].
3. **Market Adaptation**: The ability of the cryptocurrency market to adapt to these changes will be crucial. This includes how quickly and effectively various cryptocurrencies can implement necessary updates and innovations to remain competitive [18][22].
4. **Specific Regulations**: Regulatory frameworks will play a significant role in shaping the future of the crypto ecosystem. Governments and regulatory bodies will need to establish guidelines that address the unique challenges posed by quantum computing while fostering innovation and protecting consumers [10][11][29].
Conclusion: The Future Belongs to the Visionaries
The evolution of quantum computing is about to rewrite the rules of the game in the cryptocurrency world. What was once seen by many as a controversial decision - creating BCH with larger blocks - now reveals itself as an extraordinarily prescient vision of the future.
As the crypto ecosystem prepares to face the quantum challenge, BCH emerges not just as a survivor, but as a potential leader in the new era. Its architecture, originally designed for scalability, has providentially positioned it perfectly to adopt the complex requirements of post-quantum cryptography.
The history of technology often proves that visionaries, initially ridiculed, end up being validated by time. In BCH's case, validation may come sooner than many expected, as the quantum revolution approaches. The remaining question isn't whether cryptocurrencies will survive the quantum era, but which ones will be better positioned to thrive in it. And in this aspect, BCH may have a decisive advantage that its creators never imagined when they advocated for larger blocks years ago.
Glossary
- **Shor's Algorithm**: Quantum algorithm capable of efficiently factoring large numbers.
- **Grover's Algorithm**: Quantum search algorithm that can accelerate brute force attacks.
- **Fork**: A blockchain split resulting in two different protocol versions.
- **Quantum-safe**: Resistant to quantum computer attacks.
- **Throughput**: Transaction processing rate per unit of time.
References
1. **Bitcoin e a Ameaça Quântica (Um Dossiê Técnico)** https://www.youtube.com/watch?v=DgEqFPc24C4
2. Entendendo Supremacia Quântica https://www.youtube.com/watch?v=uaKWBl49mUI
3. Computador Quântico: O que está por trás? https://www.youtube.com/watch?v=CfpvQFGNrXk
4. NIST Hash Function Project https://csrc.nist.gov/projects/hash-functions
5. NIST Post-Quantum Cryptography Project https://csrc.nist.gov/projects/post-quantum-cryptography
6. Wikipedia: NIST Post-Quantum Cryptography https://en.wikipedia.org/wiki/NIST_Post-Quantum_Cryptography
7. Post-quantum RSA https://cr.yp.to/papers/pqrsa-20170419.pdf
8. NIST News on Post-Quantum Cryptography https://www.nist.gov/news-events/news/2024/08/nist-releases-first-3-finalized-post-quantum-encryption-standards
9. Wikipedia: Post-quantum Cryptography https://en.wikipedia.org/wiki/Post-quantum_cryptography
10. Wikipedia: Lattice-based Cryptography https://en.wikipedia.org/wiki/Lattice-based_cryptography
11. Utimaco Knowledge Service https://utimaco.com/service/knowledge
12. Wikipedia: Multivariate Cryptography https://en.wikipedia.org/wiki/Multivariate_cryptography
13. Wikipedia: Hash-based Cryptography https://en.wikipedia.org/wiki/Hash-based_cryptography
14. Comprehensive Guide to Post-Quantum Cryptography: Types and Applications https://editverse.com/quantum-technology-defense/
15. Scott Aaronson's Blog: Shor, I’ll do it https://scottaaronson.blog/?p=208
16. SIAM Journal: Polynomial-Time Algorithms for Prime Factorization and Discrete Logarithms on a Quantum Computer https://arxiv.org/abs/quant-ph/9508027
17. arXiv: Quantum Resource Estimates for Computing Elliptic Curve Discrete Logarithms https://arxiv.org/pdf/1706.06752
18. arXiv: Shor’s discrete logarithm quantum algorithm for elliptic curves https://arxiv.org/pdf/quant-ph/0301141
19. Wikipedia: Quantum Computing https://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_computing
Um guia de como usar o DeFi do BCH – SmartBCH
Satoshi Nakamoto, e a grande maioria dos desenvolvedores raiz do bitcoin, sempre imaginaram a moeda repleta de funcionalidades descentralizadas, como é o caso dos contratos inteligentes (*Smart Contracts*), que consequentemente dariam origem aos protocolos DeFi, e a prova disso é a enormidade de “*op_codes”* presentes no bitcoin em sua origem, todavia um grupo de desenvolvedores resolveu retirar essas funcionalidades, com o intuito espúrio de vender no futuro soluções *DeFi* como a *Lighting Network*, mediante o pretexto de que o bitcoin seria mais descentralizado, e que haveria menos riscos ao sistema possibilitando uma moeda mais segura, porém sem apresentar qualquer parâmetro dessas mudanças na realidade.
Com essa nova filosofia diversos desenvolvedores brilhantes como Vitalik Buterin saem do bitcoin e passam a construir suas próprias moedas, então aqueles que optaram por limitar o bitcoin acabam dando espaço ao surgimento de novas moedas no mercado, que obviamente demandará o que há de mais inovativo na blockchain, que são os *smart contracts*, assim surgem moedas como ETH, ETC, e tantas outras, na qual fizeram o BTC sair de 91% de dominância no mercado em janeiro de 2016 para apenas 47% atualmente.
Assim em agosto de 2017 por diversas discordâncias na comunidade bitcoin, aqueles que ainda tinham a filosofia original do projeto se separam da corrente retrógrada, e o Bitcoin passa a ter nome e sobre nome: Bitcoin Cash com a etiqueta BCH, que volta a trabalhar para recuperar o tempo perdido e colocar o bitcoin de volta ao mundo DeFi.
No dia 30 de julho de 2021 O smartBCH é lançado com três nós como validadores genesis: *BTC.com*, *ViaBTC* e *Matrixport*. Um sistema extremamente dinâmico e robusto que pode suportar 51 mil transações por segundo! E tudo isso com taxas (fees) e combustível (Gas) extremamente baratos, portanto acessíveis, assim como o bitcoin nasceu para ser, e sempre será!
**O que é o SmartBCH**
SmartBCH é uma cadeia lateral para Bitcoin Cash e tem como objetivo explorar novas ideias e desbloquear possibilidades do mundo dos contatos inteligentes e das fianças descentralizadas, portanto é 100% compatível com a Maquina virtual do Ethereum (EVM) e API Web3, e fornece alto rendimento para aplicativos descentralizados (Dapps) de maneira rápida, segura, descentralizada e principalmente barata.
Para simplificar, pense em tudo que é possível construir e usar no Ethereum, porém com fees e gas muito, mais muito, muito mais baixas. Isso é o SmartBCH, você pode conhecer o projeto nesse site: https://smartbch.org ou ainda conversar e trocar ideias e projetos na comunidade do Telegram: https://t.me/smartbch_community .
Como instalar o SmartBCH (Tutorial)
Se você já é familiarizado com o mundo DeFi e os Smart Contracts, certamente deve conhecer e usar a carteira MetaMask, caso não sabia, essa carteira funciona como um aplicativo no seu celular, ou como uma extensão em seu navegador, e você pode baixar e instalar a carteira MetaMask clicando aqui. Após instalar a carteira, você precisará configurar a rede SmartBCH nela, e isso é muito simples! https://metamask.io/download
Se você estiver usando o PC deve abrir a carteira, e na barra superior, aonde está escrito “Mainnet do Ethereum”, clicar e ir até a última opção “RPC Personalizada”, e preencher da seguinte forma:
Nome da rede: **SmartBCH**
URL RPC: **https://smartbch.greyh.at**
Cadeia ID: **10000**
Símbolo monetário: **BCH**
Block Explorer URL: **https://www.smartscan.cash**
Pronto! Agora sua carteira MetaMask já está conectada a rede SmartBCH.
Se preferir clique aqui e veja na prática esse tutorial em vídeo https://cos.tv/videos/play/31491506858136576
https://youtu.be/OVrXJBz0iL4
Usando o Smartphone
Caso prefira utilizar o smartphone, basta abrir o aplicativo da carteira em seu telefone, dirigir-se até as configurações, depois Redes, depois adicionar rede, e preencher com as mesmas informações dadas acima, simples assim!
Como usar o SmartBCH (Tutorial)
Para você usar todos os serviços de finanças descentralizadas e contratos inteligentes da rede SmartBCH obviamente será necessário, após instalação e configuração da MetaMask, depositar alguns bitcoins. E para isso as suas moedas de BitcoinCash (BCH) deverão passar da blockchain original BCH para a Blockchain da SmartBCH. Pois, embora sejam a mesma rede, ambas funcionam em blockchains diferentes, então será necessário uma “ponte” para fazer a ligação entre as moedas, tornando-as compatíveis, ou seja, levando os seus bitcoins para a rede SmartBCH.
As pontes são um serviço online oferecido por alguma aplicação descentralizada. Existem atualmente (no momento em que escrevo) quatro pontes que fazem essa travessia para as suas moedas. São elas:
CoinFLEX.com https://coinflex.com/home
tokenbridge.cash https://tokenbridge.cash
bsc.tokenbridge.cash https://tokenbridge.cash
Wagon.Cash https://wagon.cash
Carregando a carteira MetaMask
A CoinFLEX é a mais famosa dentre as quatro, e a que oferece maiores funcionalidades, pois permite converter, por exemplo, dólar por bitcoin da rede SmarBCH, enquanto que bsc.tokenbridge.cash, permite a troca de suas BSC (Binance Smart Chain) por BCH da rede SmartBCH, enquanto que a tokenbridge.cash permite converter seus tokens de Smart BCH para Ethereum e vice-versa. Porém para aqueles que apenas desejam transportar seus BCH para a rede SmartBCH podem usar o serviço mais minimalista que é o caso da Wagon.Cash. https://coinflex.com http://bsc.tokenbridge.cash/ https://wagon.cash
Assim, se você tem BCH e quer transferir para a rede SmartBCH da sua MetaMask, basta acessar, Wagon.Cash e sua carteira logo reconhecerá o site te solicitando para fazer a conexão, então basta aceitar, e após isso você deve clicar no botão “*Connect to Wallet*”, depois aceitar os termos marcando as caixas do lado esquerdo, e resolvendo o *captcha*, posteriormente deverá clicar no botão “*Generate Payment Address*”. O site gerará um endereço para você depositar os bitcoins, então instantaneamente ele confirma o recebimento, e em alguns minutos ele processa a transferência para a MetaMask, ou seja, fazendo a ponte entre os valores que você tinha na Blockchain do BCH para a Blockchain do SmartBCH, e com isso o saldo aparecerá em sua MetaMask. https://wagon.cash
Usando os serviços DeFi
Neste momento já exitem três Exchanges Descentralizadas (DEX) que aceitam BCH, e a tendência é esse número aumentar conforme a moeda fique mais popular no universo DeFi. A primeira DEX a implementar o SmartBCH foi a BenSwap , e posteriormente surgiu a MuesliSwap. https://benswap.cash/ https://bch.muesliswap.com/
Ambas DEXs são formadoras de mercado automatizado. Ou seja, essencialmente não existem livros de ordens, com sistema de compra e venda. Em vez disso, os usuários que negociam na plataforma obtêm liquidez automaticamente de um ou mais grupos de liquidez, que são reequilibrados após a conclusão da negociação, que são as *Farms* e as P*ools de staking*. Ambas também são *foks* da *PancakeSwap*.
A terceira DEX é a MistSwap sendo um software rodando **apenas** na rede SmartBCH, que busca incentivar uma rede de usuários a operar na plataforma, na qual os usuários possam comprar e vender ativos criptográficos. Os usuários primeiro bloqueiam os ativos em contratos inteligentes e os negociantes então compram e vendem criptomoedas desses pools, trocando um token por outro. a MistSwap é um *fork* da *SushiSwap*, que por conseguinte é um *fork* da *UniSwap*. https://mistswap.fi/
Conclusão
A SmartBCH é uma grande conquista da comunidade do BCH, pois resgata os objetivos do bitcoin ao proporcionar a descentralização financeira, e consequentemente a possibilidade de apenas confiar na matemática, e no livre mercado, para que as relações financeiras sejam otimizadas, permitindo mais liberdade e crescimento civilizatório da humanidade, com o propósito de reduzir os custos transacionais, por meios de contratos inteligentes e finanças descentralizadas.
O SmartBCH está em plena ascensão, e já se encontra altamente funcional, por meio de diversas pontes, como também três exchanges descentralizadas, e rodando na carteira mais popular do universo DeFi, que é a MetaMask. Certamente uma rede muito promissora ao permitir grandes serviços financeiros, com taxas baixíssimas, e de maneira rápida e segura.
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O aumento explosivo nos preços dos filhotes nos últimos anos
Casarei dentro de alguns meses, e há alguns anos venho combinando com minha noiva em adquirirmos um filhote de cão para companhia, para que nesses dias futuros não sejam apenas nós dois dentro de uma casa. Então há um bom tempo estou procurando um filhote para companhia e segurança, mas a tarefa não está nada fácil.
Tenho passado muito tempo estudado arduamente sobre a criação de animais e os seus tipos, minha noiva acha até que já sou um especialista, porém a principal dificuldade está no valor. Os filhotes a cada ano estão mais caros! Parece até uma perseguição! Com isso fica difícil escolher uma raça, que entre dentro do orçamento, pois as minhas prediletas subiram muito de valor, impossibilitando até algum planejamento, embora acho que no próximo ano os preços devam parar de subir, possibilitando algum planejamento.
**Os motivos do aumento**
Os preços dos filhotes no início de 2018 vieram subindo junto com os efeitos da **inflação**, mas principalmente com a alta demanda, decorrente de alguns fatores bem específicos. O acesso à informação e consequentemente a **pressão sobre os canis**, são alguns dos motivos, mas atualmente a demanda está sendo pontualmente aquecida pela **pandemia**! Porém todos esses fatores combinados ao longo do tempo geraram um aumento explosivo nos preços, e o termo explosivo não é nenhum exagero, como poderá ser observado nos números que serão apresentados.
A inflação decorrente pela desvalorização do real frente ao dólar encareceu os produtos Pets, como rações, vacinas, produtos de higiene e limpeza, brinquedos e utensílios, que em grande parte são importados ou dependem de insumos que são cotados na moeda forte. Mas esse não foi o principal fator, no curto prazo o grande fator foi a pandemia que gerou um enorme choque de demanda elevando rapidamente os preços.
Da mesma forma em que minha noiva e eu estamos procurando um filhote para companhia. Muitas pessoas também tiveram essa enorme necessidade em seus lares por causa da pandemia, por terem que passar muito tempo de maneira reclusa. Mas não só para evitar a solidão e apatia, como também melhorar a atividade física e reduzir o stress, os filhotes foram altamente demandados.
Se de maneira pontual tivemos esse choque de demanda, há algum tempo um outro fator vem encarecendo os filhotes, que e o acesso à informação por parte dos consumidores e a pressão feita sobre os canis, que combinaram com uma redução na oferta. Neste ponto temos um evento não pontual que vem se desencadeando ao longo dos anos. Os consumidores de Pets estão cada vez mais bem informados com o acesso facilitado dos meios de comunicação e mídia, na qual essa mídia especializada no mundo dos animas de estimação tem um enorme patrocínio de empresas do setor, para que essas informações cheguem de maneira fácil, e em plataformas diversas para este público-alvo.
Assim, com pessoas cada vez menos leigas, por consumir muita informação da mídia especializada em Pets, fazem com que os consumidores fiquem cada vez mais exigentes, e assim pressionam para que canis melhorem a sua qualidade.
Os canis não estão apenas sofrendo pressão dos clientes cada vez mais bem informados e exigentes, mas também de uma parcela da sociedade ligadas ao ativismo, que definitivamente querem acabar com a criação de animais, pois acreditam que é por conta dos criadores que existem os animais abandonados e maltratados, logo diversas cidades, na qual esses ativistas sociais conseguiram implementar sua pauta política, proíbem a criação e/ou a comercialização de determinados animais, e certamente isso retirou do mercado alguns criadores.
**O aumento em números**
Os preços dos filhotes são divididos entre os seus preços mínimos e máximos, pois embora sejam da mesma raça os cães como indivíduos apresentam peculiaridades que fazem com que seu valor fuja do preço mínimo para valores máximos, alguns cães têm padreadores campeões, como também, alguns filhotes podem nascer com características excepcionais, por isso existe uma impossibilidade de colocar todos os cães, mesmo que de raça equivalente, dentro de um mesmo preço médio, assim, os preços devem ser apresentados em seus valores mínimos e máximos. Afinal características do indivíduo podem apresentar valores com grandes amplitudes, em alguma ocasiões até 5 vezes maior que o preço mínimo médio da raça.
No quadro abaixo temos a lista das dez raças que mais se valorizaram de setembro de 2019 até março de 2021 com o seu preço mínimo.
No quadro acima destacam se os filhotes da raça *Mastiff* detentor do **preço** **mínimo** que mais se valorizou, obtendo uma valorização impressionante de 500%, enquanto o *Lulu da Pomerânia*, que é a raça mais cara do mercado atualmente, ainda assim se valorizou impressionantes 253%. A título de comparação a inflação acumulada para o mesmo período foi de 8,50% é uma alta inflação, porém parece desprezível perto do aumento de preço desses filhotes.
Quando analisamos os preços máximos de cada raça, como mostra o quadro acima, era de se esperar que o a valorização fosse menor, pois trata-se de valores já bastante esticados, porém ainda assim, são impressionantemente altas! O *Mastiff* continua no topo como a raça que mais se valorizou porém o destaque vai para o *Malamute do Alasca* que já era a raça mais cara entre as dez dessa lista em 2019, e que ainda assim dobrou de valor em 2021. Outro destaque vai para os filhotes da raça *Pointer* que mesmo com a proibição da caça há algum tempo, por algum motivo voltou a subir de preço, valorizando-se 300%.
**Conclusão**
Apesar de tudo acredito, que embora a tendência seja dos preços continuarem subindo, o pior já deve ter passado, pois o choque de demanda causado pela pandemia já está acabando, e muitos criadores devem ter aumentado suas instalações e seu plantel, mediante os lucros generosos provenientes desse choque de demanda, e os novos períodos de ninhadas, porém além desse fator pontual, vimos que outros fatores devem continuar pressionando os preços, todavia daqui para frente muito provavelmente sem essa valorização gigantesca.
Quem tiver interesse pela lista completa pode ver clicando aqui. Essa lista está bem extensa, na qual existem muitas outras raças, que podem ser do seu agrado. https://docs.google.com/spreadsheets/d/11bjPU-2HGywJ_n7yxmwByzEgmn7Rekc4VJ6bQim-EX4/edit?usp=sharing
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Lightning Network cresceu mais de 100% mas isso ainda é medíocre
A Lightning Network, implementação DeFi de segunda camada, que serve para solucionar o problema de escalabilidade do BTC, dobrou o valor em dólar armazenado na rede nos últimos 90 dias. E isso parece ser algo incrível, mas não é, na verdade é um crescimento medíocre para as pretensões da rede.
Sem sentido
O Bitcoin nasceu com o propósito de ser uma criptografia usada como dinheiro, esse propósito continua vivo na rede do BCH, que é o verdadeiro bitcoin, mantendo os mesmo desenvolvedores e entusiastas que acreditam na revolução tecnológica criada por Satoshi Nakamoto. Porém o garfo de maior valor de mercado o BTC preferiu criar um sistema economicamente inseguro ao incapacitar a sua blockchain a um ponto muito próximo da inoperabilidade, onde é praticamente impossível pagar um café usando BTC.
Ao incapacitar a sua blockchain para tarefas fundamentais, o BTC preferiu expor seus usuários ao risco de um protocolo DeFi chamado Lightning Network (LN), portanto o BTC pega a obra prima de Satoshi Nakamoto, que revolucionou o mundo digital, e coloca abaixo da LN, como coadjuvante do sistema descaracterizando a filosofia de Satoshi, que é baseada na segurança e no desenvolvimento da blockchain.
Rede da risada
O protocolo LN deveria servir para realizar micropagamentos, sem a necessidade de utilizar a Blockchain em todas as transações exceto na abertura e fechamento do canal entre a Blockchain e a LN. Porém os micropagamentos representam a maioria das transações, que portanto seriam feitas em um protocolo DeFi inseguro, e que desprezaria o desenvolvimento da Blockchain.
Atualmente o BCH processa milhares de transações todos os dias com taxas de transação média de zero dólares. Possibilitando que as pessoas usem a blockchain segura de Satoshi para seus usos diários de praticamente qualquer valor. Em média $74 mil em transações são processadas todos os dias na rede do BCH, e isso é aproximadamente 12% do volume diário em dólar da rede do BTC. Porém a rede que dizem que poderá facilitar as compras com BTC até o momento tem em média apenas pouco mais de $7 mil em seus nós da rede. É para rir muito!
Alguns dados importantes
A rede LN tem apenas aproximadamente 0,014% do total possível de BTC na blockchain, portanto tem um longo caminho pela frente para consegui suprir a demanda por micropagamentos. Mesmo mantendo esse crescimento de 103,57% em dólar a cada 90 dias, seriam necessários 20 meses para alcançar apenas a demanda média atual em volume total de pagamentos diários do BCH.
Esses números mostram o quanto a LN ainda é uma rede incipiente. As principais moedas do mercado preferiram transformar sua blockchain mais escalável do que utilizar uma alternativa como a LN, com algumas exceções como a Litecoin, na qual tem desenvolvedores sem criatividade que sempre repetem o que BTC faz. Mas no geral os desenvolvedores de outras criptomoedas preferem a blockchain pois o DeFi é ainda um protocolo que está em desenvolvimento, e que traz inúmeros riscos para seus usuários.
Sabemos que objetivo da LN não é realmente facilitar micropagamentos com BTC, mas impedir que a blockchain se desenvolva e possa prejudicar as empresas de serviços de pagamento concorrentes. Afinal o BTC tem inúmeros usuários e entusiastas que se estivessem realmente confiantes na utilização do protocolo da LN os números de adesão já seriam atualmente significativos, porém qual número significativo de empresas ou serviços terá coragem de implementar a LN? Ainda mais com a alternativa de usar a Blockchain! É por isso que empresas e seus serviços estão se desenvolvendo em outras moedas como o BCH, BNB, TRON, ADA, ETH e tantas outras!
Conclusão
Embora tenha crescido mais de 100% em 90 dias a LN está muito longe de alcançar seus objetivos, mesmo com a maior popularidade dentre todas as criptomoedas o garfo BTC, não tem tido sucesso na implementação da LN, por ser um protocolo DeFi incipiente e que apresenta riscos, diferentemente da alternativa com o protocolo baseado apenas na Blockchain, que já se provou apresentar segurança e robustez.
Dificilmente veremos iniciativas de empresas que queiram implementar seus serviços dentro do protocolo da LN, em uma escala significativa, já que existem outras alternativas melhores e mais seguras, como é o caso do BCH. Por fim tudo vai depender do lobby da Blockstream e quantas pessoas eles poderão enganar.
*Agradecimentos especiais ao* ***@oigreslima2020*** *por propor o tema. Sigam ele em:* https://read.cash/@oigreslima2020
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Lightning Network has grown over 100% but this is still mediocre
Lightning Network, a second-tier DeFi implementation that serves to solve the BTC scalability problem, has doubled the dollar amount stored on the network in the past 90 days. And that sounds like an incredible thing, but it's not, it's actually a mediocre growth for the network's pretensions.
No Sense
Bitcoin was born with the purpose of being a cryptography used like money, this purpose is still alive in the BCH network, which is the real bitcoin, keeping the same developers and enthusiasts who believe in the technological revolution created by Satoshi Nakamoto. But BTC, which is the highest market value fork, chose to create an economically insecure system by disabling its blockchain to a point very close to inoperability, where it is virtually impossible to pay for a coffee using BTC.
By disabling its blockchain for fundamental tasks, BTC chose to expose its users to the risk of a DeFi protocol called Lightning Network (LN), so BTC takes Satoshi Nakamoto's masterpiece, which revolutionized the digital world, and places it below LN , as an adjunct to the system, displacing Satoshi's philosophy, which is based on security and blockchain development.
Laugh network
The LN should serve to perform micropayments, without the need to use the Blockchain in all transactions except for the opening and closing of the channel between Blockchain and LN. But micropayments represent the majority of transactions, which would therefore be done over an insecure DeFi protocol, and would despise Blockchain development.
Currently, BCH processes thousands of transactions every day with an average transaction fee of zero dollars. Enabling people to use Satoshi's secure blockchain for their daily uses of virtually any value. On average $74K in transactions are processed every day on the BCH network, and this is approximately 12% of the daily dollar volume of the BTC network. But the network that they say will be able to facilitate purchases with BTC so far averages just over $7,000 on their network nodes. It's for laughing a lot!
Some important data
The LN only has approximately 0.014% of the total possible BTC in the blockchain, so it has a long way to go in meeting the demand for micropayments. Even maintaining this growth of 103.57% in dollars every 90 days, it would take 20 months to reach only the current average demand in total volume of daily payments by BCH.
These numbers show how much LN is still an incipient network. The main currencies in the market preferred to make their blockchain more scalable than using an alternative like LN, with some exceptions like Litecoin, in which there are uncreative developers who always repeat what BTC does. But in general the developers of other cryptocurrencies prefer the blockchain because DeFi is still a protocol that is still in development, and that brings numerous risks to its users.
We know that LN's goal is not really to facilitate micropayments with BTC, but to prevent the blockchain from developing that could harm competing payment service companies. After all, BTC has countless users and enthusiasts that if they were really confident in using the LN protocol, the adhesion numbers would already be significant today, but what significant number of companies or services will have the courage to implement LN? Even more with the alternative of using the Blockchain! That's why companies and their services are developing in other currencies like BCH, BNB, TRON, ADA, ETH and many others!
Conclusion
Although it has grown over 100% in 90 days, LN is far from achieving its goals, the BTC fork, despite having the greatest popularity among all cryptocurrencies, has not been successful in implementing LN, as it is an incipient DeFi protocol and that presents risks, unlike the alternative with the protocol based only on the Blockchain, which has already been proven to be safe and robust.
We will hardly see initiatives from companies that want to implement their services within the LN protocol, on a significant scale, since there are other better and safer alternatives, as is the case with the BCH. Ultimately it all depends on the Blockstream lobby and how many people they are able to deceive.
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Precisamos falar sobre a Evergrande
A economia só não é algo previsível por causa dos efeitos externos ao mercado, que criam uma situação de extremo ruído. Se os agentes econômicos se comportassem dentro dos axiomas de racionalidade ou racionalidade limitada, ambos baseados na otimização de seus ganhos pessoais, as previsões seriam ainda complexas, porém bem mais precisas.
A China é uma obscuridade total para qualquer analista, que tente prever para aonde o mercado está caminhando, exatamente por ter um sistema econômico... digamos híbrido, para não dizer bizarro. Tente colocar numa mesma frase Comunismo e Mercado, certamente você não precisa ter lido “O Capital” para saber que isso não faz nenhum sentido, porém é quase como a China se intitula como um “Socialismo de mercado”. E isso é ruido abeça! Por basicamente dois motivos:
O risco do autoritarismo Chinês no planejamento de qualquer entidade econômica e seus investidores, e suas divergências de objetivos (Lucro individual Vs Ideologia comunista); e
Limite claro entre aonde existe mercado e aonde não existe mercado, e consequentemente quando e como as regras do jogo podem mudar.
Um Estado maior que a economia
Sinceramente se não fosse todo o poder do Partido Chinês e sua possibilidade de impulsionar a demanda mundial, via baixos custo de mão de obra e energia, como também o total controle social, seria impossível imaginar uma economia de mercado tão dinâmica, que não para de crescer há muitos anos. Pois a falta de uma economia livre, e princípios capitalistas básicos não seriam capazes de sustentar uma economia tão pujante assim.
Vejamos o caso de sucesso da Coreia do Sul, na qual o Estado aliou-se a burguesia capitalista e famílias montaram impérios como a Samsung, Hyundai, entre outras, que embora exista uma ação forte do Estado, os princípios básicos do capitalismo se mantiveram, como a liberdade de acumular e do direito a propriedade privada, que criaram uma economia forte e pujante, em um país com muito menos recursos que a China. Na Coreia as regras do jogo eram bem estabelecidas, incluindo até aonde o Estado poderia agir, e ambos com o mesmo ideal, a busca da prosperidade e da riqueza.
A China por meio de empresas como a Evergrande impulsionou sua economia e a economia mundial com a demanda de commodities para o seu setor imobiliário. Diversas cidades foram criadas, sem que houvessem habitantes, apenas para aquecer a economia no curto prazo, e fornecer moradia para as novas classes sociais em acessão na China no longo prazo. Porém, embora muitas pessoas estejam subindo de classe social na China elas não estão procurando essas novas moradias, porque elas preferem estar próximas aos lugares aonde trabalham, e tem acesso a bens e serviços de maneira mais fácil, outro problema é a queda no aumento das famílias Chinesas.
https://youtu.be/BwA8IiuYqHY
É nesse ponto que devemos ser críticos na intervenção Estatal, quando o Estado toma a iniciativa individual, que deveria ser acompanhada pelo mercado, e cria distorções, por meio da incapacidade do cálculo econômico. Em vez de fornecer suporte aos empreendedores e consequentemente aos trabalhadores, tomando para se a responsabilidade majoritária no planejamento econômico, acaba por colocar ainda mais risco no empreendimento.
Uma nova crise econômica
A Evergrande tem aproximadamente $ 300 bilhões em passivos, mais do que qualquer outra incorporadora imobiliária no mundo! E agora com toda essa estrutura fadada ao fracasso, caberia ao governo Chines intervir para salvar não só a empresa, mas a economia mundial, todavia é o próprio governo Chines que está retrocedendo e diminuindo os recursos ao setor, visto o insucesso do empreendimento.
Notem que isso é muito contraditório, afinal o Estado criou a bolha e o próprio está gerando fragilidade, que pode vir a estourar essa bolha… E essa omissão do governo Chines, até o momento, está deixando o mercado financeiro com sérios temores. Via efeito contágio, caso o governo Chinês não faça nada, certamente teremos uma grave crise econômica por insolvência de diversas companhias, assim como em 2008. Porém como um impacto possivelmente maior, pois o mundo está alavancado, por causa da pandemia.
O mercado cripto desabaria novamente, muito próximo ao rebaixamento de mais de 60% do BTC na crise provocada pela pandemia em março de 2020. Porém com os bancos centrais possivelmente sem mais condições de intervir na economia a retomada deve ser mais demorada. O BTC e as demais criptomoedas superaram rapidamente a crise de 2020 por conta desses estímulos, e ainda não está claro quanto poder de fogo os bancos centrais ao redor do mundo ainda teriam caso essa nova crise econômica surgisse.
Conclusão
Confesso que já estou tomando providências quanto a isso, aumentando minha exposição ao dólar, não muita coisa obviamente, até porque meu investimento é de longo prazo, outro motivo é que basta uma canetada do Xi Jinping e as coisas voltam ao normal, mas por via das dúvidas, uma parte dos ganhos desse ano estarão dolarizadas via o aumento do risco do mercado. Vamos torcer para que o governo Chinês faça a coisa certa…
Por fim isso não é uma recomendação de investimento, tomem as suas próprias decisões e sintam-se à vontade para fazer comentários sobre esse texto.

We need to talk about Evergrande
The economy is not predictable only because of the effects external to the market, which create a situation of extreme noise. If economic agents behaved within the axioms of rationality or bounded rationality, both based on the optimization of their personal gains, as appropriate, still complex, but much more precise.
China is a total obscurity for any analyst, who tries to predict where the market is heading, precisely because it has an economic system... let's say hybrid, not to mention bizarre. Try to put Communism and Market in the same sentence, you certainly don't need to have read “Capital” to know that it doesn't make any sense, but it's almost like China calls itself a “Market Socialism”. And that's high noise! For basically two reasons:
*The risk of Chinese authoritarianism in the planning of any economic entity and its investors, and their divergence of goals (Individual profit vs. Communist ideology); and*
*Clear boundary between where there is a market and where there is no market, and consequently, when and how the rules of the game can change.*
A state bigger than the economy
Honestly, if it weren't for all the power of the Chinese Party and its ability to boost world demand, via low labor and energy costs, as well as total social control, it would be impossible to imagine such a dynamic market economy, which does not stop grow for many years. For the lack of a free economy and basic capitalist principles would not be able to sustain such a thriving economy.
Let's look at the South Korean success story, in which the state allied with the capitalist bourgeoisie and families set up empires such as Samsung, Hyundai, among others, that although there is strong state action, the basic principles of capitalism remained, such as the freedom to accumulate and the right to private property, which have created a strong and thriving economy in a country with far fewer resources than China. In Korea the rules of the game were well planned, including how far the state could act, and both with the same ideal, the pursuit of prosperity and wealth.
China, through companies like Evergrande, boosted its economy and the world economy with the demand for commodities for its real estate sector. Several cities were transformed, without any inhabitants, just to heat up the economy in the short term, and provide housing for the new social classes in access in China in the long term. However, although many people choose to move up in social class in China they are not looking for these homes, because they prefer to be close to the places where they work, and have easier access to goods and services, another problem is the drop in the increase in families Chinese.
https://youtu.be/BwA8IiuYqHY
It is at this point that it must be necessary in State intervention, when the State takes an individual initiative, which must be accompanied by the market, and creates distortions, through the incapacity of economic calculation. Instead of providing support to entrepreneurs and, consequently, to workers, taking the majority responsibility in economic planning for themselves, it ends up putting even more risk in the enterprise.
A new economic crisis
Evergrande has approximately $300 billion in liabilities, more than any other real estate developer in the world! And now with all this structure doomed to failure, it would be up to the Chinese government to intervene to save only the company, but the world economy, however, it is the Chinese government that is retreating and reducing resources to the sector, given the failure of the undertaking.
Note that this is very contradictory, after all, the State created the bubble and it is generating fragility, which could eventually burst this bubble… And this omission by the Chinese government, so far, is leaving the financial market with serious fears. Via the contagion effect, if the Chinese government does nothing, we will certainly have a serious economic crisis due to corporate insolvency, as in 2008. However, with a greater potential impact, as the world is leveraged, because of the pandemic.
The crypto market would collapse again, very close to the downgrade of more than 60% of the BTC in the crisis caused by the pandemic in March 2020. However, with the central banks no longer able to intervene in the economy, the recovery should take longer. The BTC and other cryptocurrencies quickly overcome the 2020 crisis because of these stimuli, and it is still not clear how much firepower of central banks around the world would still be compared to this new economic crisis.
Conclusion
I confess that I'm already taking action on this, increasing my exposure to the dollar, not much obviously, because my investment is long-term, another reason is that just a penny from Xi Jinping and things go back to normal, but via doubts, a small part of this year's earnings will be dollarized via increased market risk. Let's hope the Chinese government does the right thing…
Finally, this is not an investment recommendation, make your own decisions and feel free to comment on this text.
*That's all folks!*
Saindo sem discrição – O provável hodler que desistiu de grande parte dos seus BTC
Alguém que tinha mais de 793 bitcoins guardados desde 2012, portanto há pelo menos 9 anos, resolveu na segunda passada (12/07) transferir 740 BTC para uma carteira. Talvez você já tenha lido essa notícia, em vários sites sobre criptomoedas, mas o que ninguém te falou é que esse mesmo endereço também contém BCH, afinal quem antes de agosto de 2017 tinha Bitcoin, recebeu a mesma quantidade de moedas em carteiras BTC e BCH, consequência da divisão da rede (hardfork), e essa pessoa movimentou quase nada de BCH durante quase 5 anos, portanto vem segurando ("holdando") BitcoinCash também há bastante tempo. https://explorer.bitcoin.com/btc/address/157XG8DEk6FhcoHfNpZW6v6fuBd9184DsT https://explorer.bitcoin.com/bch/address/157XG8DEk6FhcoHfNpZW6v6fuBd9184DsT
BTC vendidos
Certamente os BTC movidos foram vendidos, como eu posso afirmar isso? Ora, ninguém, que faz hold de bitcoin há tanto tempo, moveria suas moedas apenas por mover, pois quanto mais tempo essas moedas ficam em uma carteira mais segura e privativa fica, não vou me estender nessa explicação, porém diante desse fato ele só faria isso, se desconfiasse de que sua carteira poderia não ser mais segura, se talvez ele desconfiasse que alguém pudesse ter tido acesso à sua senha ou coisa assim, outra explicação seria, se essas fossem moedas perdidas e que somente agora ele conseguiu resgatar, mas notem que ambas situações não se sustentam, pois ele deixou 59 BTC ainda nesse endereço, que correspondem a mais de 1 milhão de dólares, varrer um endereço e deixar 59 BTC não faz sentindo. O que me leva a afirmar com 99,9% de confiança que foi uma venda.
Então reflita comigo... Esse cara viu o BTC subir de 6 dólares em 2012 para 20 mil em 2017 e não vendeu, ele depois viu o BTC bater 30k e não vendeu, manteve a moeda até dobrar de valor para 60k e não vendeu (*igualzinho a você... né seu mão de alface*).
E agora que o mercado está em baixa e lateralizando ele vende 740 BTC, porém não move os seus BCH, que também para ele literalmente não custaram nada, pois recebeu todos “magicamente” em sua carteira, se ele tivesse vendido seus BCH teria ganhado 370 mil dólares, e poderia poupar alguns de seus "preciosos" BTC, mas não o fez, pelo contrário, essa pessoa somente vendeu aproximadamente 3 BCH em todo esse tempo.
Acumulando altcoins
Talvez você tenha lido até aqui e não entendeu aonde eu quero chegar, mas vou dar uma pista. Desde a pandemia a dominância do BTC só cai, era aproximadamente 70% em dezembro de 2019 e hoje está em 46%, portanto esse sujeito é um indivíduo que representa o que está acontecendo com o mercado atualmente. Ele está vendendo BTC e comprando Altcoins, é isso que ele está fazendo, pois ele ponderou que os riscos de permanecer com BTC são maiores do que não diversificar a sua carteira, pois ele está vendo o BTC ficar para trás em muitos aspectos, assim como o mercado, enquanto que alguns defendem o BTC como uma reserva de valor, essa pessoa entende que o BTC não tem evoluído, e isso logicamente pode desqualifica a sustentabilidade desse tal argumento.
Os riscos do BTC
A mineração do BTC que ainda não voltou ao normal e essa junção de fatores deve ter feito esse cara tremer na base, lembre-se nem a queda de 2018 deixou ele assim! Talvez ele esteja com um péssimo pressentimento sobre esse cenário de hashrate baixo, afinal coisas estranhas estão acontecendo.
Essa ação da China, que acontece justamente agora com as críticas feitas as empresas de mineração, quem me garante que esses mineradores vão voltar? Ainda mais agora com o aumento crescente por padrões ESG para o mercado de criptomoedas.
Criptomoedas concorrentes do BTC pregando o POS em detrimento do POW. A Lightning Network (LN) e os demais protocolos DeFi que não se desenvolvem no BTC, Taproot que não reduziu taxas e pouco melhorou significantemente a privacidade. A necessidade totalmente espúria, e artificial de se mancomunar com políticos e banqueiros de El Salvador, para assim ser uma moeda adotada por uma nação, mas, que infelizmente terá curso forçado, com certeza não tem poder suficiente de provocar uma reação de ânimo nos investidores para o longo prazo, que seja maior do que as novidades que altcoins como o BCH trazem.
Conclusão
Deste modo, se antes ser cauteloso era ter BTC e fugir de altcoins, hoje o cenário é o inverço, BTC pode até compor a maior parte do seu portfólio, mas o sentimento atual do mercado é de que isso tende a mudar conforme o passar dos anos, e aparentemente a publicidade de um endereço bitcoin deixou as coisas mais claras, nos permitindo ver um dos primeiros marinheiros saltando ao mar de um barco possivelmente à deriva.
Noise
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Leaving without discretion - The likely hodler who has given up most of his BTC
Someone who had more than 793 bitcoins saved since 2012, so for at least 9 years, decided this Monday (12/07) to transfer 740 BTC to a wallet. Maybe you've already read this news, on several websites about cryptocurrencies, but what nobody told you is that this same address also contains BCH, after all those who before August 2017 had Bitcoin received the same amount of coins in BTC and BCH wallets , consequence of the network division (hardfork), and this person spent almost nothing of BCH for almost 5 years, therefore he has been holding ("hodler") BitcoinCash for a long time as well. https://explorer.bitcoin.com/btc/address/157XG8DEk6FhcoHfNpZW6v6fuBd9184DsT https://explorer.bitcoin.com/bch/address/157XG8DEk6FhcoHfNpZW6v6fuBd9184DsT
BTC SOLD
Surely the moved BTCs were sold, how can I say that? Now, no one who has been holding bitcoin for so long would move their coins just for moving, because the longer these coins stay in a safer and more private wallet, I won't elaborate on this explanation, but in view of this fact, it would only do this, if he suspected that his wallet might no longer be secure, if maybe he suspected that someone might have had access to his password or something, another explanation would be, if these were lost coins and that only now he was able to redeem, but notice that both situations are not sustainable, as he kept 59 BTC still at this address, which corresponds to more than 1 million dollars, sweep an address and leaving 59 BTC makes no sense. Which leads me to say with 99.9% confidence that it was a sale.
So reflect with me... This guy saw the BTC go up from 6 dollars in 2012 to 20 thousand in 2017 and he didn't sell, he then saw the BTC hit 30k and didn't sell, kept the currency until it doubled in value to 60k and didn't sell. And now that the market is down, he sells 740 BTC, but he doesn't move his BCH, which also literally cost him nothing, as he "magically" received them all in his wallet, if he had sold his BCH he would have earned 370 thousand dollars, and could save some of his "precious" BTC, but he didn't, on the contrary, this person only sold approximately 3 BCH in all that time.
ACCUMULATING ALTCOINS
Maybe you've read this far and don't understand what I'm getting at, but I'll give you a hint. Since the pandemic, BTC's dominance has only dropped, it was approximately 70% in December 2019 and today it is at 46%, so this guy is an individual who represents what is happening in the market today. He's selling BTC and buying Altcoins, that's what he's doing, as he must have reasoned that the risks of staying with BTC are greater than not diversifying his portfolio, as he's seeing BTC lagging behind in many ways, like the market, while some defend the BTC as an value reserve, this person understands that the BTC has not evolved, and this disqualifies the sustainability of this argument.
BTC RISKS
The BTC mining has not returned to normal and this combination of factors must have made this guy afraid, remember, not even the fall of 2018 left him like that! Maybe he has a bad feeling about this low hashrate juncture, after all, weird things are happening. This action by China, which is happening right now with the criticism made against mining companies, who can guarantee that these miners will return? We are seeing a strong and growing rise in ESG standards for the cryptocurrency market.
Competing cryptocurrencies of BTC defending POS-type mining over POW. Lightning Network (LN) and the other DeFi protocols that don't advance BTC, Taproot that neither reduced fees nor significantly improved privacy. The totally spurious and artificial need to collude with El Salvador's politicians and bankers, in order to be a currency adopted by a nation, but which unfortunately will have a forced course, certainly does not have enough power to provoke an uproar in investors to the long term, while the novelties that altcoins such as BCH bring are in full expansion and attracting thousands of investors.
CONCLUSION
Thus, if before being cautious was having BTC and running away from altcoins, today the scenario is reversal, BTC may even make up most of your portfolio, but the market sentiment is that this tends to change over the years , and apparently the advertising of a bitcoin address made things clearer, allowing us to see one of the first sailors jumping overboard from a possibly adrift boat.
O que está acontecendo agora com o BTC?
Acho que já deu tempo suficiente para agente entender o que está acontecendo com o BTC e consequentemente com o mercado cripto. Naturalmente após o BTC bater sua alta histórica acima do 60k é natural que o mercado perca força com a realização de lucro dos investidores caracterizando a chamada correção de mercado, aonde o preço cai até a um suporte próximo.
Porém "coincidentemente" aconteceram eventos simultâneos que pioraram essa queda ao ponto de colocar o mercado com um pé no Bear Market!(mercado em baixa).
Uma mudança que eu não me lembro ter acontecido tão rápido.
OS PROBLEMAS
Ocorreram os Twitters do Elon Musk, e depois as ameças da China, que agora se confirmaram, e para piorar os preços caíram tanto que formaram a temida Cruz da morte (encontro das médias móveis dos 50 dias com a dos 200 dias).
Uma combinação perfeita para ter a queda que tivemos, porém felizmente isso não mudou em nada o cenário geral.
Se não fosse por esses eventos o BTC estaria subindo muito rumo aos 100k até o final do ano levando o mercado com ele, incluindo o BCH, que poderia ir para valores próximos aos 3k.
PARA AONDE VAMOS
Não podemos esquecer que toda a conjuntura até o momento é favorável a essas metas tão impressionantes. Os juros no mundo continuam baixos; a base monetária alta em todos os países; a vacinação cada vez maior, economias já estão voltando ao normal; grandes instituições comprando criptomoedas; países adquirindo criptomoedas; novos investidores não param de entrar no mercado, e novos serviços usando criptomoedas não param de surgir, como; os protocolos DeFi; os NFTs; e a já conhecida tokenização, que não para de ser reinventar e agora está a serviço dos times de futebol e outras entidades esportivas.
PROBLEMA COMPLEXO!
É difícil imaginar que com um cenário tão positivo, ainda assim o mercado pode ter sido abalado pelos twitter do Elon e pela proibição da mineração da China. A questão é que não estamos vendo o impacto disso agora no mercado, pois o mercado já precificou esses eventos, mas o mercado está baixista diante do seu maior vilão, que é a incerteza.
O problema é que mercado não sabe o que vai acontecer com as moedas que estão em posse dos mineradores, por mais que se especule ninguém realmente sabe.
Veja como é complexo; Com o cenário tão positivo os mineradores estavam acumulando muitas, mais muitas moeda, mas agora com os preços baixos o custo da mineração fica mais caro para se pagar em BTC, mas eles tem bastante caixa, o problema maior é que com a proibição da China os mineradoras vão ter que se deslocar para outros lugares, com energia bem mais cara, afinal de contas eles não estavam na China para ficarem admirando a grande muralha, pois lá a energia é subsidiada e as máquinas estão mais acessíveis. Ao se deslocarem para outros lugares eles terão custos que são muito difíceis de serem calculados, afinal quem nunca fez uma reforma em casa em que os valores foram maiores do que os previstos, que atire a primeira pedra. Então fica difícil saber quantos Bitcoins serão despejados no mercado para cobrir esses custos e diante dessa incerteza o mercado tende a reagir como estamos vendo.
O QUE PODEMOS ESPERAR?
Na minha opinião o despejo não vai ser tão grande, pois existem muitos contatos e seguros que o mineradores fazem, porém não estou tão certo disso, e sou apenas um único individuo no mercado, o que será que os demais pensam? Ninguém sabe, alguns tem informações mais privilegiadas que outros, é deste modo como o mercado funciona, vão se lançando os preços dos mais otimistas e dos muito menos otimistas, é tudo especulação, e funciona como uma quebra de braço, imagine essa disputa como as linhas de suporte e resistência, assim quem será que vai ganhar? Se o preço subir acima dos 36 e depois dos 40 agente volta ao mercado Altista (Bull Market) e voltamos rumo aos 100k, mas se cai abaixo dos 30 e depois 28 aí definitivamente entraremos no mercado Baixista ( Bear Market), na qual podemos ter uma perda de até 50% novamente! Por enquanto não há nada definido ainda, e só nos resta aguardar.
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New solutions for massive adoption of BCH Part III of III - Running a Marketplace on top of BCH
This article is the third part of proposals for the massive adoption of the BCH. In this third and last part, I will address the development of a marketplace that can favor sales to retailers and consumers who accept BCH.
**Introduction**
The pandemic showed us that retail commerce had to adapt to online commerce, and consequently home delivery. Many companies that didn't evolve went bankrupt, and therefore, a large part of the companies that are in the market today are survivors, who had to evolve into this type of online commerce. All this infrastructure will not disappear when the pandemic passes, so BCH can favor many companies, as it is a means of digital payments, as well as reducing transaction costs in online sales, so a marketplace could easily be built, which would unite sellers and buyers who accept BCH, although existing marketplaces and other online media can also be used.
Anyone who has read the second part knows that I am very optimistic about credit sales, and I consider that tokens can also be useful in this context, but I will not address all the complex potential with the interaction of this resource. Limiting me to just approaching the marketplace, but obviously feel free to imagine the union and interaction of this and other resources, so I'm not the only dreamer around here. https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-ii-of-iii-4551203f
**The Marketplace**
Most of us are aware of the success of NFT tokens and the Juungle platform, which in a short time have managed to simply and efficiently bring together sellers and buyers of these non-fungible digital assets. There is also the platform MapBitcoin and AcceptBitcoinCash which show the places that accept BCH. So what would stop you from joining search and sales platforms and creating a marketplace that runs on BCH? As well as hunting discounts in stores with something analogous to GeoDrop. https://map.bitcoin.com/ https://acceptbitcoin.cash/ https://geodrop.cash/
Realize that the technologies already exist and work, being open source, it would be enough to join these platforms in a new platform that would promote an online Marketplace, which would unite buyers of products and services, and sellers of these products and services, who accept and use BCH.
Popular marketplaces like; Amazon, Alibaba, MercadoLibre or eBay have a huge challenge in brokering purchases and sales, as well as ensuring that there are no products that are not delivered and purchases that are not paid for. And to coordinate this mechanism there are financial and transaction costs. With BitcoinChash it is possible to reduce these costs by making this marketplace more competitive than its likely competitors in the current market.
When Satoshi developed BCH he thought, among other things, about how to minimize the risks of online shopping by preventing the opportunistic shopper from requesting a false chargeback after receiving the product. This is a very serious problem, as in addition to generating financial costs with insurance companies, this insecurity also generates transaction costs. Once a cryptocurrency is sent, it is impossible to request a chargeback, as there is no third person in the game, so cryptocurrencies are the solution to this serious problem.
Satoshi certainly believed that the game was unequal for the seller, who had more to lose than the buyer, and with his solution we have an advantage over other payment systems and, consequently, the Marketplace, but in a marketplace many sellers are beginners, and they haven't achieved a reputation in the market yet, and some want some privacy. To solve this problem a multisig wallet between buyer and seller can be used.
**Its Functioning**
Let's imagine a Markeplace that only has sellers and buyers who accept BCH, and let's also imagine that they don't need to identify themselves, just being known by their wallet address, or maybe an abbreviation link like my tipb.ch/adeilton using just one nickname or brand. In such Markeplace, reputation is acquired through an SLP token equivalent to the percentage of a successful purchase or sale, so whoever has more tokens has greater reputation and offers greater security. This token would also serve to fund the Marketplace. Also to ensure that there is no fraud between the seller and the buyer.
With a multisig wallet available amicably on the Marketplace platform. The buyer will send the bitcoins or tokens to an address that will be shared with the seller. The address is multisig 2/2, so it needs two signatures, one from each party, to carry out the transaction.
**The protocol and design of the game**
The rules of the game would be like this; Buyer sends the bitcoins to the payment address, so the seller needs to send the product to receive the payment, after the buyer receives the product at his house and checks it, making sure that the product is as requested, he must go to the marketplace and sign the transaction so that the seller receives payment, by doing so, they receive a platform token as loyalty points.
If the product is not received on time by the customer or the product does not comply with what was requested by the buyer, he must signal this to Merketplace, which will open a time count for the seller to manifest itself, or send the correct product. If the seller solves the problem, the countdown timer stops counting and the customer can signal that payment can be made, however, if the seller does not speak up within the time limit, he will lose all loyalty points and his address will be blacklisted on the marketplace, and if the seller still does not express himself, the amount paid will remain at the address forever.
The Marketplace will charge the seller a fee, which is suggestively a percentage of the value of the item that is actually sold. Part of the Marketplace earnings would be turned into tokens that would be offered to buyers and sellers as incentives for both to use the platform.Se houver divergência na sinalização entre comprador e vendedor, a solução será para 0 tokens.
**The unique Nash equilibrium in pure strategies**
The design of this mechanism satisfies the unique Nash equilibrium, as shown in this example:
Colin is a seller, and Rose is a buyer, and they both make a deal to buy and sell a $10.00 blouse. So we have the following situations in a payoff matrix:
First situation (Up, Left)
Colin delivers the product as advertised, and Rose signals the receipt on the website, then the wallet receives Rose's signature, so Colin can sign the wallet to receive his $10.00 in BCH, and as both used the platform correctly, and without any contradiction , will receive a token as a loyalty and reputation point worth 10% or $1.00. But $10.00 represents Colin's revenue and not his profit, let's assume the merchandise costs are $5.00 so Colin's profit is $5.00 + $1.00 (loyalty token), so Colin's Payoff is $6.00 . Rose's Payoff is $10.00 (Blose Value) + $1.00 (Loyalty Token) = $11.00
**Second situation (Up, Right)**
Colin does not deliver the product as advertised, and Rose uses the platform to signal that the product has not been delivered, the site opens the countdown timer, time expires, and Colin does not respond. So Collin loses his profit of $6.00 which corresponds to a payoff of -6, and Rose loses his $10.00 but for having used the platform correctly he receives the token worth $1.00 so his payoff is -9
**Third situation (Down, Left)**
Colin delivers the product as advertised, and Rose does not signal receipt on the website, as if she does, it would disagree with the seller's signaling, and would lose the token in the same way, Colin is left with a loss of $6.00 with -6 being his payoff, and Rose loses $1.00 but keeps the $10.00 blouse which is her payoff.
**Fourth situation (Down, Right)**
Colin does not deliver the product and lies by signaling that he made the delivery, and Rose does not signal receipt on the site, so Colin is left with an opportunity cost of $6.00 with -6 being his payoff. Rose is left without the money and the product, totaling a payoff of -10, considering an indifference to the token and the business.
Thus, the optimal solution among the four situations is the first situation (upwards, to the left), as shown in the figure above, which represents the unique Nash equilibrium in pure strategies.
**Conclusion**
This article presented the advantages of a Marketplace to foster greater adoption of BCH in internet sales worldwide, taking advantage of the increased adoption of online commerce by physical stores, due to the pandemic.
The article also showed that a marketplace using exclusively BCH would have advantages for its users (buyers and sellers) by offering more security and privacy in commerce.We can see that Satoshi Nakamoto's creation allows us to securely transact goods and services on the internet, when well designed, using simple contracts such as a multsig address.
I hope you enjoyed this text, and also see the first and second parts if you haven't read it yet. https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-i-of-iii-da0f8a39 https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-ii-of-iii-4551203f
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New solutions for massive adoption of BCH Part II of III
This text demonstrates the second part for new ideas for a massive adoption of BCH among retail merchants around the world. This new solution is based on increasing BCH's payment services, for not only cash services, but also credit services. Have you ever imagined splitting your payments with BCH? The idea of this text is exactly that, a way of making purchases on credit using BCH.
Anyone who has read the previous text knows that I commented on the two alternatives that marketers use in order to increase sales. The first alternative is the discount, and the second is credit. With credit, the economy heats up, exchanges take place with greater fluidity. https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-i-of-iii-da0f8a39
The importance of credit
Although there are many criticisms about the harms of excessive credit, both for the economic mainstream in the figure of thinkers like Minsky, as well as for the Austrian School of economics, and their theory of economic cycles, both show that the central problem is disconnection between the real economy and financial. Minsky speaks of an endogenous process of financial crises through excess credit, and high leverage of the financial market, while the Austrian school cites the market failures that result from the monopoly of banks and currency. So the problem is not necessarily the credit, as some people say, the problem is how it is used and who uses it.
Credit is not a villain as long as it occurs in a free, competitive and transparent environment, so to have healthy credit, one solution would be to run on Satoshi's blockchain. Do not be prejudiced with credit, as it is part of the market, being something that you cannot prevent, and that has an important role for the economy. Imagine yourself in the situation of a job interview, but you do not have the suit that was required for the meeting, and at the moment, you do not have the full money to buy it, you will have to borrow, as this is an unavoidable opportunity. You will take credit, and see how it can change your life, credit is definitely very important.
How it works?
Through a token, in which the holder is worthy of obtaining credit for the magnitude of the tokens he owns. The consumer who wants to obtain credit could buy that token with BitcoinCash (BCH), then start their reputation in the market, making purchases, and thus spending that token and getting the token back for every payment made on time.
For simplicity we will call these tokens CredCash (CCH). To obtain CCH, BCH must be sent. These sent BCHs will be signed for a scheduled transaction, however if the consumer wanted to redeem their BCHs before the period specified in the subscription contract, they must make a transaction by sending the CCHs back, thus a large part CCH cannot be dumped on the market without having a BCH counterpart, which is valued for a period of time. And all transactions and values can be audited by anyone, through the blockchain.
Suppose that for a 10-year contract, it is possible to redeem the same amount of CCH per BCH, that is, 1/1. Thus, for a transaction valued for 5 years, 0.5 CCH will be given for 1 BCH, that is, ½. And so on ... Up to a minimum limit of 90 days, which with 1 BCH hoarded in that period, will give the consumer only 0.0246 CCH.
The consumer can then freeze some BCH coins, and receive a CCH amount to use as a credit, assuming he has chosen to hoard for 90 days with 0.5 BCH he will receive 0.0123 CCH. That way you could go to the market and give CCH coins as a guarantee to the shopkeeper. The shopkeeper, in turn, will only deliver the exact amount of coins back after the correct payment of the installments of his product using BCH. Note that over time the consumer will increase his credit amount, as long as he pays his installments on the correct date.
If many people are good payers, the risk decreases, and the amount of coins on credit increases, so CCH credit will naturally inflate. Solving Minsky's problem. So the tendency is for the shopkeeper to ask for more CCH coins to offer him a product, therefore, although at the beginning CCH and BCH have the same 1/1 parity, after the years the trend is for this relationship to vary according to the market's will. No general basic interest in the economy, but the free market in action. If many people start to delay payments or even default, the shopkeeper will be obliged to use the CCH received from the consumer to redeem part of the frozen BCH, or to sell the credits to the market, at the price practiced in the market. By doing this, CCH coins become scarcer, since most of them return to the original address when redeeming the BCH and the credit is highly valued.
The shopkeeper can benefit from CCH to increase sales at his establishment, simply by accepting, but also if he wishes, he can offer additional CCH for payments on time, or even offer CCH without consideration, just for receiving on time. For the shopkeeper to acquire CCH, he must also freeze some bitcoins, as consumers do, the difference is that in his case, this strategy it will be to differentiate yourself from your competitors.
Illustration and examples
An illustrated example is a good way to understand how “CredCash” would work.
The consumer wants to buy with credit, so he must send BCH which will be frozen for a period, and receive CredCash coins. After that you can buy products in a store using the credits received.
The shopkeeper only has to return CCH tokens, if payments occur within the agreed period. We can imagine three types of shopkeepers, the **conservative**, the **moderate** and the **bold**:
Following the previous example, the **conservative shopkeeper** will only return the exact value of the tokens for each payment made on the correct day. Being three monthly installments of 0.0041 BCH, let's say that on every 10th, then when the consumer pays 0.0041 BCH on the 10th of January, he will receive 0.0041CCH that were with the shopkeeper. Let's say that the consumer delayed the payment on February 10, paying only on the 25th, then the shopkeeper decides to return 0.00205 CCH to him, and not the 0.0041 due to the delay. Suppose then, that the consumer wanting to continue with his credits, decides to pay the last installment in advance, then paying on February 28 instead of March 10, so the shopkeeper decides to return the credits in full, in this case 0.00615 CCH, in this last payment. All these rules being freely pre-agreed between the shopkeeper and the consumer.
A **moderate shopkeeper** will encourage the consumer by offering a bonus to each installment, suppose that 1%, then the consumer who pays the installments on time will receive 0.004141CCH instead of 0.0041CCH. All of these rules being freely pre-agreed between the shopkeeper and the consumer.
The **shopkeeper with a bold** profile will simply not require any CCH as a guarantee, and offer the sale of their products in installments, and offering CCH to the consumer who pays in days, for example: A product that costs 0.01BCH he divides into 4 installments monthly payments of 0.0025, and if the consumer pays on time, he will earn a 2% discount on credits. So when paying 0.0025BCH the consumer will receive 0.00005CCH of bonus. All of these rules being freely pre-agreed between the shopkeeper and the consumer.
Conclusion:
The CCH would be a way to offer credit payments using the security of Satoshi Nakamoto's blockchain network. Credit is a sales driver and can offer retailers a competitive advantage, and leverage BitcoinCash's payment service function, enabling yet another path to mass adoption.
Credit cannot be seen as a villain in the economy, being a very natural resource, however it is necessary that it occurs in a free, competitive, secure and mainly transparent environment, with all these characteristics existing in the BitcoinCash network. In this way, the CCH can open a new horizon for the physical agents of the real economy, this is economically more comprehensive than the current DeFi.
Shopkeepers and merchants can freely adapt to the CCH mechanism, and place the rules according to the wishes of both, the mechanism allows simplicity and a lot of security, being adaptable to the profile of several tenants. The entire CCH feature is already available in the current BCH protocols, but it can certainly be improved with the operation of SmartBCH, as well as, if miners can have a bigger role in the decisions of token validation.
Also read the first and third part https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-i-of-iii-da0f8a39 https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-iii-of-iii-running-a-marketplace-on-top-of-bch-30e7f7b7
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New solutions for massive adoption of BCH Part I of III
This text demonstrates the first part for new ideas for a massive adoption of BCH among retail merchants around the world. This first solution is based on making each merchant an implicit point of sale for BCH. Being implicit because the merchant's function is to sell his product or service, not BCH, but it is possible to increase the number of sales and consequently his profit, using BCH, which is what I will explain in the next paragraphs.
**Payment service**
Bitcoin is a payment service that does not use fiat money. If we analyze by this concept we will see that nobody uses bitcoin in the right way, as well, it can be concluded that bitcoin still does not work as it should work. It's been over 10 years and no one uses bitcoin as a decentralized means of payment. Payment method or payment service is different from currency. Currency, in this case, looks more like an accounting record, and when I tell a logist; - Accept bitcoin. It is as if I said accept a new currency, leave its stability and venture into something challenging, as if the daily challenge of your enterprise was not enough, however, if I say to a logist: “I offer you a card machine, which it will facilitate your sales ”. The merchant sees value and buys the product. Bitcoin enables both functionality, currency and payment service.
Payment service or means of payment, is something that requires adjustments, consultancy, which is what BCH lacks, so, let's say that this text is an outline, for big things that can be built, with immeasurable value for the whole society, just changing the concept to what really matters - PAYMENT SERVICE. Basically being the advantages of this service that I will present in these texts, this being the first part of three. In this text I want to show that we are extremely competitive as a means of payment, yes we are, and I can prove it.
**The consumer's desire**
We know that, in general, what the consumer wants is a discount, being more technical, what the consumer wants is to be able to buy more and more, that is, that his money is always worth more. Thinking about it, we know that the conventional market, which uses fiat money, offers a discount to compare in cash or offers credit for payment to be made in installments, in these two cases, the money that the consumer has at that moment ends up being worth more, and this feeling encourages consumers to spend more. In this respect, BCH can offer its deflation, but there is a problem of volatility, although for spot purchases, this volatility is practically nil.
**The merchant's yearning**
We know that the merchant wants to sell more in order to make more profit, and for that he can offer a discount on his merchandise or service, or even offer credit (the merchant offers credit implicitly, because the credit is, in fact, offered by financial institution). All of this has a cost, which is paid by the merchant, with BCH we can reduce these costs to close to zero, as the merchant can simply offer a discount on the purchase with BCH, but not in a passive way (I accept BCH), but in a way active (I can offer BCH), implicitly selling BCH to the customer who certainly wants the discount, just as he would with a credit card (I can offer credit).
**How would that be (organic method)**
It would be enough for the merchant to offer a discount on payment with BCH, and obviously most consumers would not have BCH to pay, so the merchant would require a minimum amount for the sale of BCH, higher than the value of a unit of the product or service time. This amount must be sufficient to cover the discount given, through customer loyalty.
**The importance of customer loyalty**
The variables in the formation of the selling price are, total costs (the sum of fixed and variable costs), taxes and profit margin, if we reduce the price of the product or service we are actually reducing only the profit margin, and perhaps the costs variables via scale gain, in the short term. In a free and highly competitive market, if the merchant decides to lower the price, there will be a loss, and although he will sell more in the short term, he will still have a loss, but in the long term the result will change, if he manages to remain his competitors will be reduced. In the long run, unlike its competitors, it is more likely to make sales, and this will make it possible to make a profit.
In the real world, the market is not very competitive and much less free, so the simple fact that the merchant puts an air conditioner in his commercial establishment, allows him to sell his product at a higher price than the market, if that is a competitive advantage among other salespeople. The profit margin can be higher, the greater the differential of your product or service, accepting bitcoin is a differential, however not all customers are sympathetic to this, so forget the currency function, focus on the means of payment function, the recognition by currency will come later, because ease of purchase and sales by means of payment is something sought by both.
When a customer buys bitcoins at the store where he would shop, he first gains experience, as he learns to receive and use the currency, so he spends more time at the store, then creates a bond with the seller, and, finally, he has leftovers of coins in the wallet. All of these gains come from a mere discount. With the leftovers in the wallet he will have to go back to shopping at the same store to be able to spend the coins, and so the customer is loyal. Another advantage is that, in this type of spot market, the volatility of BCH is practically nil, and it will be necessary for the price to fall above the discount so that it will not be advantageous in the next purchase.
Imagine an ice cream store in Brazil, when a young customer arrives at your store accompanied by his girlfriend and asks for two cups of ice cream, which cost say $ 5.00 and the seller says; - With bitcoin you get a 20% discount. The customer imagines going more than once with his girlfriend to the store, and is interested in the discount. Probably the young client says: -I don't have bitcoin. And the seller responds; - I sell for $ 25. The customer realizes that he can get two free bowl after 5 purchases. The seller must say that this is true, if the price of bitcoin does not depreciate, as it is volatile, however, if it falls 20% there will still be no loss, and if the price goes up, there will still be gains in the wallet. Some young people would certainly find this very interesting, and if they like it, they will recommend it to their friends, they will also often visit the place, as well as research other stores that accept bitcoin, in order to earn discounts.
It can be noted that this is better than a cashback, as you can exchange bitcoin at any other store that accepts or exchange for fiat at any time. The trend is that the more stores accept bitcoin cash, the less loyalty the customer will have, however if reaching that level will be a success! But it does not end there, the seller can then create SLP tokens to maintain loyalty, when BCH is already accepted by most commercial establishments in the region.
**Good for the merchant**
All retail businessmen know the importance of retaining their customers. There are several studies that show the importance of a good loyalty program to increase the success of a company's brand and consequently its profits. But for that, the revenues from a loyalty program must be greater than the costs.
**The loyalty program revenues include:**
Greater frequency or volume of purchases;
Reduced customer turnover rate;
Greater demand for the brand, thanks to customer recommendations.
**The costs of the loyalty program include:**
Expenses with awards granted;
Accumulated liabilities for redemption;
Investment in IT and maintenance of the loyalty system;
Marketing and advertising;
Research and development to create the program.
These revenues and costs described above are from a conventional loyalty program, but with bitcoin the costs would be much lower, it is fantastic to know that we have a coveted service by almost all merchants, who have the costs, the only one responsible for the failure, and that BCH reduces these costs, theoretically guaranteeing the success of the loyalty program.
**The program's revenues from Bitcoin Cash include:**
Greater frequency or volume of purchases;
Reduced customer turnover rate; in two steps, with and without SLP tokens
Increased brand demand, thanks to customer referrals and bitcoin brand support
**The costs of the Bitcoin Cash program include:**
Expenses with awards granted;
~~Accumulated liabilities for redemption;~~
~~Investment in IT and maintenance of the loyalty system;~~
~~Marketing and advertising~~
~~Research and development to create the program.~~
It is observed that bitcoin is a great payment service for providing customer loyalty to the merchant, with less costs, leaving only the cost with the discount (expenses with awards granted). There is no redemption liability, as the dealer will receive the payment and will be able to exchange it for Fiat money at the same time. All expenses with IT Marketing, Advertising, R&D can be carried out by the bitcoin cash community.
**How would it be? (steroid method)**
If major Bitcoin Cash investors understand that every satoshi invested to foster this type of program is an investment, which can make the BCH exceed the value of the BTC, they would finance the discount for the merchant, as BCH is a scarce currency and pressure on demand make the price go up, then pay to use the currency, and keep a BCH community active, creates a multiplier effect that generates profits in the long run, profits that will be very high, today BCH is worth 1% of BTC. Can you imagine where profits can go?
Just as Noise.Cash is a success, and promoted greater use of the BCH network, financing the seller's discount would cause the demand for BCH to increase exponentially, as all merchants would love to have a product that facilitates online shopping, which is very important in this pandemic period, practically zero cost, which offers a loyalty program, a discount, and which makes the merchant more competitive than its competitors, and also brings a novelty, as well as the merchant can take advantage of the Bitcoin brand, and thereby attract more attention. The success of something like this is indisputable!
All this with a 20% financing, for example, unfortunately an investor can lose 20% on a bad day in the market, however if he finances this amount free of charge to a merchant, the investor will generate demand for his scarce currency, by doing with that all merchants accept. Today 2% of the world's finances are in cryptocurrencies, with the service sector of the world economy representing 61%, this is much higher than wanting to be gold, as BTC claims to be. So I ask big investors; What's better, having 100,000 BCH worth $ 700 or having 1000 BCH worth $ 100,000 dollars?
**The role of the community**
It is admirable the work of Panmoni and Satoshi Angels in spreading the BCH among merchants in various parts of the world. It would be very interesting to discuss a loyalty program in both institutions. Panmoni is already focusing on international purchases, as it found BCH's competitiveness for this segment, being a smart idea. Satoshi Angels works with the merchant's evangelization to accept BCH as money, but I fear that it only has strength in hyperinflation countries, where fiat coins are practically unusable. Both are good alternatives, but they should improve. BCH can be competitive in any country in the world, with any type of economic situation, if it provides a valuable service for merchants and consumers, and BCH can offer this, not only as a currency, but as a means of payment.
What sets BCH apart from all other currencies is its vision of being a currency for retail payments, and its efforts for mass adoption, but this needs to evolve, ideas of just inducing merchants to use are not enough. An organizational arrangement focused on BCH as a payment service is necessary.
It is also necessary the support of Exchages and / or mining partners who offer liquidity, make promotions and donations (which is actually an investment), we need consultants in the communities, we need to form active communities focused on not only presenting the BCH, but selling the BCH to merchants, showing the merchant that we have a product that can increase their profits, a big investment in marketing is needed. I know this exists, but it has a limited focus, it is not to convince the merchant to use BCH, it is to convince to BUY the BCH. We need to create products with BCH and invest in your advertising.
I like to imagine a small supermarket accepting BCH offering discounts and having a good loyalty program, while its competitor, although perhaps much larger, and with its own financial service, cannot compete, because it is using fiat money, and in this crisis, credit is scarce, and the whole conventional credit system cannot do much, while the small supermarket, the one that did not have access to a financing system, is able to offer more and more promotions, because with each sale the price of BCH increases, so more consumers buy in this small supermarket, that is, in theory we can offer a valuable service, which allows to increase the competitiveness of the small retailer, creating a differential for this small merchant. After all, if Bitcoin for people is their own bank, it can be for the small merchant their own financial services institution, and make a lot of money out of it. We will democratize financial services for merchant as well.
**Conclusion**
The text presented the importance of bitcoin as a payment service, and its high competitiveness in providing a loyalty program to merchants, with the merchant being an active agent selling BCH implicitly, as well as "selling" the services of financial companies and credit cards.
With funded BCH communities, it is possible to carry out all the advantages of bitcoin as a payment service, and present merchants with a loyalty program, which for the merchant would have a reduced cost compared to conventional loyalty programs. With two options; Organic Loyalty Program, or with Steroids.
It was demonstrated that, in theory, the program could make BCH, be very attractive to retail merchants, adding value to your enterprise, by enabling an online payment method, almost free of charge, which allows for a discount and a loyalty program. As also differentiate yourself with the BitcoinCash brand.
Finally, in theory, if platforms like noise.cash managed to make BCH outperform BTC in transactions, only with free tips. A free discount on purchases could make BCH surpass BTC in market value. Being of fundamental importance, the support and financing of BCH communities around the world to be able to disseminate the services that BCH can offer to merchants.
Part II is now available https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-ii-of-iii-4551203f
Part III is now available https://read.cash/@Adeilton_Filho/new-solutions-for-massive-adoption-of-bch-part-iii-of-iii-running-a-marketplace-on-top-of-bch-30e7f7b7
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